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Foto - Raphael TsavkkoEuskal Herria - Diário Liberdade - Dúzias de milhares marcham em resposta à detençom de 18 membros da Herrira, organizaçom de defesa de presas e presos bascos, nas ruas de Bilbau. Meios do regime espanhol, raivosos com o êxito da marcha.


O regime espanhol viu neste sábado (05/10) dúzias de milhares de pessoas tomarem as ruas de Bilbau, no País Basco, em resposta à operaçom da Guarda Civil dirigida desde Madrid contra 18 ativistas da Herrira, a organizaçom de referência em defesa dos direitos das presas e presos bascos nas cadeias dos regimes espanhol e francês, que o Diário Liberdade entrevistou fai um ano da mao de Roberto Noval (umha das pessoas detidas na operaçom do corpo repressivo espanhol). As 18 pessoas estám já em liberdade, quatro delas após depósito de fiança.

"Umha maré polos direitos d@s pres@s e exilad@s basc@s" foi a legenda da multitudinária mobizaçom de contestaçom à repressom policial, convocada por mais de 50 entidades sociais, entre as quais organizaçons integrantes da Bildu, os sindicatos LAB e ELA e outras. E foi maré mesmo. Houvo tantos milhares, tam difíceis de quantificar, que os esforços de Madrid por empecer as iniciativas sociais bascas parecem ridículos e com poucas possibilidades de sucesso.

Longe de conseguir criminalizar o movimento Herrira, a operaçom dirigida pola sombria Audiencia Nacional espanhola (umha espécie de tribunal de excepçom encarregado de casos de teor político) fijo com que a solidariedade e apoio da sociedade basca ficassem ainda mais patentes, ocupando mesmo as capas das ediçons digitais dos jornais de cabeceira do espanholismo consevador, como El Mundo, ABC ou El País. Todos os referidos panfletos, além de outros, tentárom vincular a manifestaçom com a organizaçom armada ETA, quem, apesar da importáncia atribuida polos meios do regime bourbónico, declarara já fai dous anos um cessar fogo permantente e o seu "compromisso firme com o final do confronto armado". 

O tamanho da maré humana foi tal que quando a cabeça atingiu o ponto final, as e os últimos manifestantes mal conseguiram sair do ponto de início. Foi predominante a cor azul, a da Herrira, e muitas pessoas vestiam a camisola dessa organizaçom antirrepressiva. Na faixa principal, artistas, desportistas, escritores... e outras pessoas muito conhecidas apoiárom a demonstraçom de dignidade do Povo Basco, que já vivera a sua "véspera".

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Novas medidas contra a repressom espanhola

A manifestaçom denunciou umha "caça de bruxas" e expressou a "indignaçom" perante a "agressom" do corpo policial do país vizinho contra cidadaos e cidadás bascas. As últimas 18 vítimas da repressom político - policial espanhola estivêrom presentes na marcha de Bilbau, recebendo demonstraçons de apoio e carinho de um grande número de manifestantes.

"A obstinaçom em vulnerar esses direitos [dos presos e presas bascas] e perseguir a quem os defendem levárom-nos a umha situaçom em que se trata já de um repto para o nosso povo. Um repto a Euskal Herria" -insistiu-se no ato, explicando que "nom temos a menor intençom de passar a vida a denunciar batidas policiais e repetindo as mesmas reclamaçons". Por isso, foi anunciado um "compromisso claro e firme, nom parar até trazer para casa a presos e refugiados" mediante novas medidas a concretar em breve. "Nom vamos parar até que esses direitos sejam respeitados" frisárom.

O Estado espanhol, em ofensiva repressiva

Para além do Basco, outros povos como o Galego som vítimas históricas da opressom do regime espanhol, que atualmente dirige o governo do ultradireitista Mariano Rajói. No caso da Galiza, recentemente fôrom condenadas quatro pessoas por pertença a umha suposta organizaçom de tipo militar chamada "Resistência Galega" (sempre segundo a Audiencia Nacional espanhola). Foi num processo em que organizaçons de defesa dos Direitos Humanos denuciárom "irregularidades", entre as quais a expulsom da sala de testemunhas e especialistas da defesa.

Foto de Raphael Tsavkko - Manifestaçom de hoje em Bilbau


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