Portugal - ACP-PI - O CESP (Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços) denunciou a tentativa do Pingo Doce de rasgar o Contrato Coletivo de Trabalho usando novas formas de adaptabilidade dos horários de trabalho.
Ou seja, o Pingo Doce está a forçar os seus trabalhadores e trabalhadoras a realizarem mais horas de trabalho suplementar sem lhes pagar essas horas extra e prometendo que depois terão horas de descanso.
Alexandre Soares dos Santos, o homem mais rico de Portugal, usa assim as recentes alterações ao Código do Trabalho para rasgar o acordo que tinha com os seus funcionários e funcionárias. O que não espanta, vindo de um homem que perdeu 10 milhões de euros na sua promoção do 1º de Maio, desrespeitando as leis da concorrência e a vida de quem para ele trabalha.
Foto do Diário Liberdade - Polícia defende o Pingo Doce, em Lisboa, no 1º de maio, ao passo das manifestações da classe trabalhadora.
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