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140512 palestinos presosPalestina - Diário Liberdade - Israel confirmou o acordo atingido hoje pelos presos palestinianos e o Serviço de Prisons, que porá fim nas próximas horas à greve de fome que entre 1.500 e 2.500 reclusos levam a cabo nas últimas semanas.


O Egito e a Autoridade Nacional Palestiniana (ANP) participaram nos esforços para terminar o protesto, que para alguns presos chegava hoje a seu septuagésima sétima jornada sem comer.

A maioria deles, 2.500 segundo fontes palestinianas (mais de metade dos quase 4.700 seqüestrados palestinianos em poder de Israel), iniciaram o jejum a 17 de abril passado. 

A medida de protesto tinha sido iniciada, no entanto, por um grupo de presos que estám em torno de dous meses e meio em greve de fame, o que levou a saúde de alguns a um ponto crítico. É o caso de Thaer Halahle e Bilal Diab, que estavam há 77 dias sem comer; Hassan Safadi (71 dias); Omar Abu Shalal (69), Mohamad Taj (58), Jaafar Ezadin (54) e Mohamad al-Sarsik (57).

"Hoje à tarde, os presos anunciároam o fim da greve de fame após 28 dias", informou por sua vez o Serviço de Prisons de Israel, fazendo alusão a estes últimos.

Ambos comunicados falam de um acordo entre as partes polo qual os palestinianos se comprometem a nom participar em atividades que o Estado sionista qualifica como "terroristas" dentro dos muros da prisom, em troca de várias medidas que aliviarám suas condiçons em várias áreas.

O serviço penitenciário recorda o regresso dos presos em confinamento às dependências regulares da prisão e a possibilidade de que familiares em primeiro grau que residem em Gaza visitem os presos.

As principais cláusulas do acordo foram confirmadas por fontes palestinianas em Gaza e Ramala, apontando para umha "vitória da resistência" dos presos.

O governo de Benjamin Netanyahu queria evitar que a greve chegasse ao dia 15 de maio, quando os palestinos e palestinas lembram a "Nakba" ("Catástrofe"). Nesse dia, lembra-se o exílio que representou para eles a criaçom do Estado sionista de Israel em 1948 e costuma estar carregado de tensom. Por isso, o governo israelita estava em estado de alerta máximo por receio de que a fusom dos dous assuntos mais sensíveis na vida dos palestinos - os presos e a Nakba - se transformassem nesta terça-feira numha mistura explosiva.

Com Aporrea e Agências.


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