Mais de 1500 casos foram registrados no ano passado, um aumento de 5% em relação a 2010. O documento também revela, segundo a presidente Elizabeth Ronzier, que mais de 30% das pessoas que ligaram para a associação pedindo ajuda são vítimas de homofobia ou transfobia no dia-a-dia. Isso ocorre dentro da própria família, no trabalho ou na vizinhança. De acordo com a presidente da associação Elizabeth Ronzier, também houve um aumento de 22% de agressões físicas violentas, principalmente contra transsexuais e lésbicas, em lugares públicos.
