1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 (1 Votos)

argentinagreveprofessoradoArgentina - Prensa Latina - Hoje começou uma nova greve de 48 horas em demanda de aumento salarial das organizações que conformam a Frente Gremial Docente de Buenos Aires, uma província onde se concentra mais de 30 por cento da matrícula nacional.


A medida de força, terceira que se realiza desde o início do novo ano letivo em 25 de fevereiro passado, é em rejeição à oferta de aumento salarial de 18,6 por cento feita pelo governo bonaerense, administrado por Daniel Scioli.

Dizem que não há fundos na província, reclamou ontem o secretário-geral do Sindicato Único de Trabalhadores da Educação (Suteba), Roberto Baradel, quem acusou à administração de Scioli de pretender levar o conflito a um ponto de tensão onde o governo possa se vitimar. "Falta dinheiro para medicamentos oncológicos, mas há para pôr um stand milionário em uma feira; não há dinheiro para a manutenção das escolas, mas há para mega shows; também não há para os refeitórios, mas sim para publicidade", destacou o líder sindical citado pela agência de notícias Telam.

Os professores bonaerenses pedem um aumento salarial de 30 por cento, mas em sua primeira proposta a administração provincial prometeu 17,8 por cento dividido em três parcelas, que agora elevou para 18,6 por cento em duas vezes.

O aumento sugerido pelo governo "está abaixo do custo de vida e isso tem um só nome: recorte salarial", enfatizou então o próprio Baradel.

Desde que começaram as greves, o ministro argentino de Educação, Alberto Sileoni, lamentou as medidas de força e manifestou sua esperança em que esta situação se acomode nos primeiros dias do novo ano acadêmico.

"Deve ter outra estratégia diferente da greve", estimou o titular da pasta educacional, quem considerou que "algum dia deveríamos discutir por que um setor está em permanente conflito quando é um dos que mais tem melhorado o salário".

Afirmou também que nenhuma das 45 mil escolas do país e nem um sequer dos 960 mil professores dependem do Ministério de Educação. Esta pasta -esclareceu- não tem a competência nem a responsabilidade de definir o salário, senão que isto é feito pelos 110 sindicatos educativos com as 24 administrações provinciais.


Diário Liberdade é um projeto sem fins lucrativos, mas cuja atividade gera uns gastos fixos importantes em hosting, domínios, manutençom e programaçom. Com a tua ajuda, poderemos manter o projeto livre e fazê-lo crescer em conteúdos e funcionalidades.

Microdoaçom de 3 euro:

Doaçom de valor livre:

Última hora

Quem somos | Info legal | Publicidade | Copyleft © 2010 Diário Liberdade.

Contacto: info [arroba] diarioliberdade.org | Telf: (+34) 717714759

Desenhado por Eledian Technology

Aviso

Bem-vind@ ao Diário Liberdade!

Para poder votar os comentários, é necessário ter registro próprio no Diário Liberdade ou logar-se.

Clique em uma das opções abaixo.