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060712 marianicoelcortoEstado espanhol - Primeira Linha - Fontes jornalísticas solventes concretizárom as ameaças lançadas por Rajói nos últimos dias de pisar o acelerador das "reformas" e adoptar medidas económicas "difíceis".


Eufemismo habitualmente empregado polo governo espanhol para designar novos ataques e cortes os direitos e conquistas da classe trabalhadora e camadas populares.

Segundo a agência británica de notícias Reuters, -especializada em prover informaçom os mercados financieiros, como os valores dos tipos de juros e preços de açons, além de ofertar investigaçons, análises e produtos de mercado que permitem os agentes a compravenda de divisas e açons por computador em lugar de fazé-lo por telefone-  governo do PP está ultimando um novo pacote de medidas de "ajustamento" com o objetivo de assegurar cumprimento das metas de défice público de 2012, tal como lhe solicita a troika.

Até um monto de 30.000 milhons de euros -3% do PIB- poderia ser o objetivo que persegue o PP para assim transmitir confiança às potências imperialistas e os mercados cumprindo os "deveres" contraídos de reduzir o défice. Para este ano a meta é de 5.3%, mas Madrid pretende renogociar com o Eurogrupo um ano mais de margem, até 2014, para baixar o seu défice até o límite máximo del 3% estabelecido na normativa comunitaria.

Para atingir este objetivo governo espanhol pretende despedir a 100.000 funcionári@s, congelar pensions, reduzir prestaçons por desemprego, encerrar televisons públicas, incrementar o IVA e privatizar empresas públicas.

É provável que estas medidas se divulguem na apresentaçom dos Orçamentos Gerais do Estado de 2013, momento no que segundo o ministro de Fazenda Cristóbal Montoro está previsto que o governo dé a conhecer o plano fiscal de 2014 que solicita Bruxelas e o FMI no que será anunciada a eliminaçom da desgravaçom por vivenda habitual e reduçom dos salários do funcionariado.

Logo de incrementar há uns dias eletricidade, gás e butano, e suprimir a gratuídade de mais de 450 medicamentos a pensionistas e setores populares, a burguesia espanhola continua aplicando o programa neoliberal que exige o grande Capital.

Enquanto este cenário de permante agressom e ofensiva se vai aprofundando, as grandes organizaçons obreiras do País seguem promovendo o desconcerto e a parálise, renunciando a por em andamento umha estratégia de luita obreira e popular de caráter permanente e prolongado que facilite organizar a resistência e criar condiçons subjetivas que permitam passar à ofensiva.

Contrariamente a estas práticas conciliadoras a luita da mineria das comarcas orientais da Galiza som todo um exemplo a seguir.

Primeira Linha manifesta necessidade de lançar umha convocatória de greve geral de 48 horas que contribua a gerar a atmósfera subjetiva de autoestima e confiança na luita da imensa maioria. A unidade obreira e popular garante que sim podemos com eles.

Foto: PL


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