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190612 lukashenko chavezBielorrússia - Prensa Latina - O presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, pronunciou-se a favor da cooperação no reforço da base industrial da Venezuela, dias antes de uma visita a esse país, como parte de um giro latino-americana, informou hoje a presidência.


Lukashenko afirmou que a cooperação de seu país com a Venezuela não está de forma alguma dirigida contra outros estados. Não somos amigos para enfrentar outros estados ou povos, declarou aos meios de imprensa venezuelanos nesta capital.

Estamos dispostos a participar na construção de fábricas químicas, petroquímicas, de eletrodomésticos e de televisores, como já o fazemos na edificação de termoeléctricas, gaseodutos e de uma grande quantidade de moradias, apontou.

Temos planos, em cooperação com a Venezuela, para desenvolver a exploração de jazidas minerais nesse país como o fósforo e, mais adiante, para a produção de fertilizantes, assegurou.

A Bielorrússia está disposta a criar um grande centro de mistura de fertilizantes para desenvolver a venda desse material na região latino-americana, onde há uma grande demanda, estimou.

Além disso, com a colaboração de Minsk iniciou-se no estado sul-americano a criação de empresas comerciais para ofertar produtos na América Latina, afirmou.

Dessa forma, nossa nação participa com a Venezuela na extração de jazidas naturais e na formação da base industrial desse estado, afirmou.

Em pouco tempo, construímos fábricas e moradias para cumprir com a proposta do chefe de Estado venezuelano, Hugo Chávez, de diferenciar a economia venezuelana, assinalou o estadista.

Lukashenko assegurou que vê a Venezuela como uma plataforma para aumentar a presença deste país na região latino-americana, enquanto Caracas pode nos ver como uma base para expandir a presença econômica venezuelana na Europa, declarou.

Para o presidente, a base objetiva da cooperação reside em que ambos os estados possuem economias complementares entre si.

Meios de imprensa locais adiantam que além da Venezuela, Lukashenko poderia participar na Cúpula Rio mais 20, no Brasil, e viajar a outras nações da região latino-americana.


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