As manifestações poderiam se estender à educação secundária e a toda a educação pública não-universitária.
Os sindicatos realizarão uma sondagem pela Internet com todos os professores para recolher ideias e verificar até onde estão dispostos a chegar os docentes.
"Aprovamos uma greve indefinida durante três dias de cada de semana, 80% dos professores aprovaram", comentava para El Referente Silvia Romo, professora de informática no centro Vallecas I, "e se se somar o sindicato de estudantes nos demais dois dias restantes, paralisaremos as aulas".
"Não é questão de dinheiro. Não queremos dinheiro, a questão é a qualidade do ensino", dizem os professores, que se perguntam: "Como vamos dar a mesma educação sendo cada vez menos professores?" "Teremos menos tempo para as reuniões ou para preparar as aulas".
O conflito está posto. Ainda mais quando ainda não chegou o pior da crise.
