A China ainda autodefinida como "socialista" normaliza assim a sua relação com o Estado sionista, aliado estratégico dos EUA no Médio Oriente e responsável polas políticas de usurpaçom de terras e repressão em massa contra o povo da Palestina.
Entre uma série de parcerias firmadas, destaca um acordo comercial de cerca de 400 milhões de dólares estadunidenses.
A colaboração da China com Israel não se reduz a esse acordo. Os dois estados decidiram criar uma "equipe especial" conjunta para reforçar a "cooperação bilateral nas áreas da ciência, tecnologia e comércio".
Dias antes, o primeiro-ministro palestino foi também recebido pelo presidente chinês, XI Jinping, que terá transmitido a Mahmud Abbas a voltade chinesa de colaborar à resolução do conflito decorrente das políticas imperialistas do sionismo em território palestino.
O governo chinês vem aumentando o seu comércio com Israel nos últimos anos. A balança comercial entre os dois estados chega a aproximadamente U$ 10 Bilhões, e ao mesmo tempo, Pequim apoia a criação do Estado da Palestina. Entretanto, cerca da metade das importações de petróleo chinesas são oriundas do Oriente Médio e a tendência é que a dependência aumente.
Para Israel, este é um marco histórico, que garante a exportação da ciência e tecnologia israelense para a China.
Com agências.