O coronel de intendência Leopoldo Muñoz Sánchez, presidente da AME (Associação de Militares Espanhóis) exigiu numa entrevista no canal de televisão holandesa NOS que se declare o estado de guerra na Catalunha para parar o processo que ele define como 'separatista'. 'O nosso ponto de vista é que se declare o estado de guerra, ou o estado de exceção, ou o estado de sítio', declarou o coronel.
'Espanha é uma nação indissolúvel. E em caso de ameaça de ruptura, e neste caso de separatismo, na Constituição, o artigo 8, diz que as forças armadas têm como missão garantir a soberania e a independência de Espanha e defender a integridade territorial', diz Muñoz Sánchez.
Múñoz Sánchez é um habitual das rádios e televisões de extrema direita, homem conhecido pela sua posição reacionária. A AME tinha ameaçado há dias o governo catalão com ações judiciais mas agora, pola primeira vez, referiu-se ao conflito como uma 'guerra' e exigindo a adoção de medidas de exceção.
Foto: NOS.nl


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