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280213 policia espanhola racistaEstado espanhol - Sermos Galiza - A polícia espanhola continuará a praticar batidas racistas. Assim o assinala o último informe publicado pola Defensora do povo espanhol, Soledad Becerril, ao fazer públicas as reiteradas recomendaçons que fijo chegar ao Ministério do Interior na linha de "erradicar os controlos de identificaçom baseados em perfis étnicos e raciais".


A Direçom geral da polícia espanhola reconhece esta prática e nom tem nengumha intençom de acabar com ela, embora umha circular emitida há um ano que anunciava que se evitariam as identificaçons de pessoas imigrantes quando estas fossem "desnecessárias, arbitrárias e abusivas".

Soledad Becerril explica no documento apresentado hoje, quinta-feira, que as recomendaçons realizadas perante a Direçom geral da polícia fôron na linha de interpretar corretamente os supostos de "detençom cautelar" e se evitasse o translado à esquadra policial de cidadá(n)s estrangeir@s que acedem a serem identificados. Para alén disto, a Defensora espanhola reclamou instruçons para "erradicar" os controlos arbitrários fundamentados em critérios raciais e étnicos. Aliás, quijo destacar  as recomendaçons relativas "à identificaçom pessoal dos agentes do CNP e da GC".

"A Direçom geral da polícia aceitou o lembrete e a recomendaçom relativa à improcedência de prender e transladar a dependências policiais cidadáns estrangeiros devidamente identificados, mas nom aceitou a recomendaçom para que se dessem instruçons oportunas para erradicar a prática policial dos controlos de identificaçom e para que se arbitrassem mecanismos de controlo a posteriori", recolhe o informe redigido por Becerril em que a Defensora do povo espanhol acrescenta que nom descarta encarregar a um organismo externo "competente" a supervisom das atuaçons policiais.

Soledad Becerril fala das cargas policiais em diversas mobilizaçons cidadás que ao longo de 2012 se realizárom em todo o Estado espanhol. Informa que ao solicitar informaçom à DGP ao redor desta questom "a atividade dirigida a determinar responsabilidades foi escasa" embora reconheçam que nalguns casos houvo "graves ferimentos" a manifestantes e noutros casos "a desproporçom no uso da força é evidente". Nesta linha assinala o documento que a Defensora do povo espanhol continuará a reclamar dados ao respeito.


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