A Direçom geral da polícia espanhola reconhece esta prática e nom tem nengumha intençom de acabar com ela, embora umha circular emitida há um ano que anunciava que se evitariam as identificaçons de pessoas imigrantes quando estas fossem "desnecessárias, arbitrárias e abusivas".
Soledad Becerril explica no documento apresentado hoje, quinta-feira, que as recomendaçons realizadas perante a Direçom geral da polícia fôron na linha de interpretar corretamente os supostos de "detençom cautelar" e se evitasse o translado à esquadra policial de cidadá(n)s estrangeir@s que acedem a serem identificados. Para alén disto, a Defensora espanhola reclamou instruçons para "erradicar" os controlos arbitrários fundamentados em critérios raciais e étnicos. Aliás, quijo destacar as recomendaçons relativas "à identificaçom pessoal dos agentes do CNP e da GC".
"A Direçom geral da polícia aceitou o lembrete e a recomendaçom relativa à improcedência de prender e transladar a dependências policiais cidadáns estrangeiros devidamente identificados, mas nom aceitou a recomendaçom para que se dessem instruçons oportunas para erradicar a prática policial dos controlos de identificaçom e para que se arbitrassem mecanismos de controlo a posteriori", recolhe o informe redigido por Becerril em que a Defensora do povo espanhol acrescenta que nom descarta encarregar a um organismo externo "competente" a supervisom das atuaçons policiais.
Soledad Becerril fala das cargas policiais em diversas mobilizaçons cidadás que ao longo de 2012 se realizárom em todo o Estado espanhol. Informa que ao solicitar informaçom à DGP ao redor desta questom "a atividade dirigida a determinar responsabilidades foi escasa" embora reconheçam que nalguns casos houvo "graves ferimentos" a manifestantes e noutros casos "a desproporçom no uso da força é evidente". Nesta linha assinala o documento que a Defensora do povo espanhol continuará a reclamar dados ao respeito.
