Em pleno desmantelamento da sanidade pública na Galiza, repete-se desde o governo espanhol e desde os diferentes governos autónomos que gerem o fracionado território galego que os cortes som, em verdade, supostas racionalizaçons do sistema sanitário, supostamente para evitar abusos e sem consequências na qualidade assistencial.
Porém, esta nova denuncia esclarece que as consequências que os cortes estám tendo na vida diária da classe trabalhadora som reais.
Além de forçar as altas, os sindicatos denunciárom passada terça feira que existem pressons para que as pessoas doentes nom ingressem no hospital. Essa barragem aos ingressos viria determinada por critérios nom médicos: “todos os doentes que chegam às urgências, nom ingressam se se pode evitar” diz Jesús Carballo (FSP-UGT), com a consequência de que muitose muitas delas acabam por voltar em poucas horas.
Camino Baños (CCOO) afirma que com as altas prematuras e a restriçom de ingressos, “pretendem que haja altas suficientes para nom ter que abrir as plantas que estám fechadas”.
Contratos rescindidos
Os sindicatos criticárom ainda a rescisom dos 40 contratos realizados durante o período do verao para realizar tarefas acumuladas. Isso terá conduzido, segundo a Junta de Pessoal do Hospital do Berzo, a umha saturaçom de trabalho.
Foto: I. de la Mata - Hospital do Berzo


