A reduçom de 12% na atual legislatura (de 3.728 para 3.354 milhons de euros), que supom 150 euros menos por ano a cada galego e galega, ajuda a explicar a precarizaçom dos serviços de saúde, incluindo o atraso no atendimentos de casos graves que som considerados "custosos".
Pessoal sanitário de Lugo denunciou essa precarizaçom no plano laboral, indicando que as baixas nom som devidamente cobertas, obrigando o pessoal no ativo a atender mais pessoas e serviços, tanto nos centros de saúde como nos hospitais.
Além disso, o hospital Lucus Augusti mantivo fechadas mais de 100 camas no período de verao, sem que tenham sido ainda reabertas, segundo denuncia o coletivo de profissionais da saúde na cidade da muralha. O número de vagas disponíveis terá diminuído em 10% em relaçom a anos anteriores.
O colapso das urgências é outro efeito das reduçons de pessoal e meios materiais, bem como o gasto em medicamentos, incluídos alguns concretamente destinados a tratamentos oncológicos que estám a atrasar-se num mês polo alto custo (estimado em 6.000 euros).
O fechamento de quirófanos às tardes também incrementou as listas de espera para as operaçons em 16 dias, o que terá afetado 3.500 pacientes mais do que três anos atrás. Oficialmente, há 37.000 pessoas esperando por uma operaçom, mas existem mais 18.000 pacientes na lista chamada "nom estrutural", cujos dados nom se publicam.

