Os primeiros dados situam a Galiza por cima da média espanhola em adesom à convocatória sindical, de organizaçons estudantis e de AMPAS, com umha resposta superior aos 80%, face aos 17,9% admitidos polo Governo autonómico do PP.
Numerosas manifestaçons juntárom milhares de estudantes, docentes, maes e pais em todas as cidades e muitas vilas do País, com destaque para Vigo, Corunha, Compostela e Ferrol, mas também em Lugo, Ponte Vedra, Barco, Burela, Carvalho, Vila Garcia, etc.
A Plataforma Galega em Defesa do Ensino Público convocou à margem das forças sindicais espanholas, que aderírom à convocatória madrilena realizada polas direçons de CCOO e UGT. Por seu turno, outras organizaçons sindicais amaralas como ANPE e CSIF rejeitárom participar na jornada de greve de hoje.
Entre o alunado, houvo participaçom das diferentes organizaçons estudantis situadas à esquerda, enquanto a federaçom de AMPAS de centros públicos também participou ativamente, integrada na Plataforma em Defesa do Ensino Público junto à CIG, STEG, entidades pedagógicas e de alunos e alunas (LEG, Comités, SdE).
Para a tarde fôrom realizadas convocatórias por parte dos sindicatos espanhóis.
A Plataforma galega incidiu, além de no caráter privatizador, elitista e confessional, no enquadramento espanholizador da LOMQE imposta polo ministro Wert, um dos mais extremistas do executivo espanhol do PP. O governo autonómico galego, também do PP, mostrou total adesom à nova Lei educativa, que traz claras reminiscências franquistas ao maltratado sistema educativo galego.
Fotos: Duas imagens da grande manifestaçom de hoje em Ferrol (Diário Liberdade).

