A Liga Estudantil Galega, criada há dous anos a partir de umha cisom dos Comités, realizou neste fim de semana em Vigo a sua II Assembleia Nacional, depois das duas anteriores decorridas em Compostela e Lugo. A filiaçom da entidade estudantil discutiu e aprovou as teses de organizaçom e política que guiarám os próximos meses de atividade.
Reconhecendo o inconveniente de um movimento estudantil galego e de esquerda dividido, a LEG avalia positivamente a sua trajetória e defende a existência de forças próprias no País, num momento de questionamento da soberania por parte de alguns setores e de confluência com forças de obediência espanhola.
A Liga Estudantil Galega defende o trabalho em favor de "umha única organizaçom nacional do estudantado galego", assumindo em simultáneo umha explícita aposta na soberania nacional galega.
Outro dos temas abordados na assembleia de Vigo foi a luita contra a LOMCE e contra os cortes e privatizaçons que ameaçam a qualidade e a continuidade do sistema público de ensinança na Galiza. A alternativa defendida polas estudantes da LEG passa por um ensino "galego, democrático, de qualidade e nom patriarcal", enfrentando as posiçons do neoliberalismo hegemónico nas instituiçons educativas atuais no nosso país.
Foto: @ligaestudantil

