É umha das conseqüências da crise. Talvez nom seja a mais impactante a primeira vista perante a enxurrada de dramas como o desemprego, despejos... E pode parecer que nom é a mais dura. Ter que pedir ajuda a amizades e familiares para poder chegar a final de mês.
Segundo o recente inquérito do Instituto Galego de Estatística (IGE) do primeiro trimestre de 2013 cerca de 10% das familias galegas tenhem que botar mao desta via para poder 'sair para adiante': pagar faturas, comprar comida, fazer frente à hipoteca, cumprir com os custos do dia a dia...
Em aumento
De facto, e segundo os próprios dados do IGE, as famílias nesta situaçom aumentárom nuns cem por cento nestes tres anos de crise aguda. Se no primeiro trimestre de 2013 eram 5% os lares galegos que tinham que optar por esta via; nos 3 primeiros meses do presente exercício, essa percentagem está por volta de 10%.
Aliás, e segundo o informe desse organismo autonómico, este 2013 está marcado porque cada vez máis lares tenhem a água até ao pescoço: 18% das familias chegam a final de mes con moita dificuldade; e 46% com dificuldade.


