1. Um invenstimento importante em propaganda, formaçom, exames e incorporaçom de novas unidades, basicamente jovens. E outro tanto em promoçom de unidades já operativas.
2. Um alargamento continuado do corpo repressivo do Estado que se realiza num contexto social de crise que, paradoxalmente, tem ocasionado importantes perdas laborais ao corpo funcionarial do estado.
É curioso que, ao contrário que na sanidade, em trabalho social ou na educaçom, onde @s estudantes conhecemos de primeiro mao as dificuldades de encontrar trabalho na Galiza pola paralisaçom, reduçom ou suspensom de convocatórias públicas de emprego, na polícia espanhola oferta-se sítio para mais membros. Curioso ou mais bem ofensivo.
Ofensivo porque Espanha é estado líder na Uniom Europeia policial em, como nom, polícias (além de desemprego, com certeza). Malia vivermos dentro do continente mais parapetado em indivíduos armados ao serviço dos estados capitalistas e burgueses, o espanhol bate recordes. E nom por pequenas margens. A UE tem umha média de 385 polícias por cada mil habitantes. O estado espanhol, de 528!! 37% mais!! E aumentando...
Sendo o estado mais policializado, e tendo que recortar o salário a funcionári@s, que justifica que se continue a ofertar a jovens que somem mais e mais agentes policiais?
BRIGA quer denunciar este aparente sem-sentido cuja lógica reside na permanente expansom do poder policial do estado, que constitui um mastodonte que sangra a economia do povo trabalhador galego.
Temos que subvencionar nom só o desproporcionado número de agentes que trabalham a serviço dos nossos inimigos de classe, mas também a intensa propaganda mediática (sobre todo na rede e em papel) procurando que a desesperança pola atual situaçom sociolaboral derive em converter mais jovens galeg@s ao mercenariado parasita da polícia ocupante, no canto de abrir saída dentro dos setores produtivos que devem dinamizar a economia nacional.
A POLICIAL NOM É SAÍDA LABORAL!
MAIS TRABALHO E MENOS POLÍCIA!


