No passado mês, o desemprego aumentou em 2.106 persoas no território da Comunidade Autónoma, 0,8% mais que no mês de agosto.
A dinámica descendente que governo espanhol e autonómico se acupárom de ligar com a aprovaçom da última reforma laboral fica em evidência unha vez contrastados com os dados do mesmo período de anos anteriores. No caso do mês de setembro, o incremento da taxa interanual, situa o crescimento do desemprego em 11,36%, o pior desde que arranca a série histórica em 1996.
Os mais de 275.000 trabalhadores e trabalhadoras no desemprego com que se inicia o mês de outubro evidencia os Orçamentos Gerais do Estado apresentados há poucos dias e elaborados à medida do capital. Enquanto os máximos responsáveis do departamento de trabalho do governo espanhol anunciam novos incrementos do desemprego, o gasto previsto nos orçamentos para estas prestaçons diminue em 1.807 milhons, 6,3% a respeito do ano anterior.
Apesar do incremento prognosticado do desemprego, o governo espanhol já aplica os cálculos derivados das reformas antiobreiras que provocarám um importante corte nas prestaçons aos trabalhadores e trabalhadoras em esta situaçom. Falamos da reduçom das prestaçons contributivas de 60% para 50% a partir do sexto mês, as novas condiçons do chamado Plan Prepara, a reduçom das prestaçons derivadas dos ERE ou, simplesmente, aqueles que com o passas do tempo, esgotem qualquer subsídio.


