Fôrom 124 as empresas galegas que falírom entre abril e junho, frente às 95 que o figérom nas mesmas datas de 2011. Quanto às famílias, 25 declarárom-se em falência perante a impossibilidade assumir os pagamentos e dívidas frente às 15 que o figérom neste período o ano passado.
Tipo de falência
141 processos de falência fôrom voluntários. Os oito restantes fôrom necessários. 19 seguírom um trámite ordinário e 130 optárom polo abreviado. Na maior parte dos casos (148 de 149) nom existia umha proposta antecipada.
Os dados revelam que se declarárom em falência 25 pessoas físicas sem atividade empresarial , sete pessoas físicas com atividade empresarial, 13 sociedades anónimas, 102 sociedades limitadas e duas empresas doutra tipologia.
Setor económico
A maior parte das empresas falidas fam parte do setor da construçom e, na sua maioria, som empresas de edificaçom e promoçom imobiliária. A indústria é o segundo setor mais afetado, com um total de 30 empresas falidas, na sua maioria (16) relacionadas com os bens de capital.
O comércio no atacado registou até 21 empresas em suspensom de pagamento e o transporte e o armazenamento situa-se como quarto setor mais prejudicado, com nove companhias arruinadas.
As empresas de setores relacionados com agricultura e pesca e com energia son as únicas que nom registárom falências neste segundo trimestre de 2012.
A pequena empresa, principal vítima da "austeridade"
Das empresas falidas as mais numerosas apenas tinham um ou dous assalariados (28), enquanto que 24 tinham entre 10 e 19 trabalhadoras; 19, entre seis e nove; e 15 nengum empregado. O único grupo de empresas que se mantivo sem falir foi o que contava com um quadro de pessoal que ultrapassava as 100 pessoas.
Quanto ao volume de negócio, 99 empresas ficavam aquém dos 2 milhons de euros e outras 13, entre 2 e 5 milhons de euros. Entre 5 e 10 milhons, fôrom três as empresas concursadas, as mesmas que facturárom mais de 10 milhons de euros.
As conseqüências da austeridade do PP
Os números deste estudo nom enganam. Os principais sacrificados polo PP nesta crise som o povo trabalhador e a pequena burguesia. Baixadas de salário, desemprego alarmante, privatizaçom de saúde e educaçom, falência do pequeno comércio local e milhares de locais comerciais vazios contrastam com os altíssimos lucros da oligarquia que nom para de fazer negócio com esta crise. As políticas do PP som feitas para os de arriba, os mesmos que construírom vivendas sem dono, aeroportos sem avions, auto-estradas sem carros e AVEs sem passageiros. Quer dizer os mesmos que provocárom a crise que agora paga o povo trabalhador.


