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020410_carros_fabrica_citroen_vigo.jpg Primeira Linha - A crise capitalista atingiu fortemente o sector indutrial na Galiza causando desde o seu começo umha importante perda de emprego que supujo a metade dos postos de trabalho destruidos em total no nosso País.


Depois de umha fase de crescimento entre 1996 e 2007 que fijo passar o número de pessoas ocupadas na indústria de 147.300 a 217.500 (incremento do 48%), a crise actual provocou umha queda progressiva neste sector, especialmente importante em 2009, quando a produçom industrial desceu um 13,7%, frente a -0,1% dos serviços e -5,6% da construçom.

 Som um total de 37.800 os empregos destruidos na indústria no contexto da crise, situando-se assim no nível do ano 2000. Deste jeito em 18 meses desaparecérom os postos de trabalho criados em 8 anos e a metade dos criados desde 1996, umha perda de emprego que, segundo os últimos dados, vai continuar nos vindouros meses.

A crise do sector alcança todas as comarcas do País e quase todas as ramas, com a excepçom da alimentar. É o sector metalúrgico o que mais emprego destroi em cifras absolutas, com 7.600 trabalhadores e trabalhadoras menos do que antes da crise, se bem em cifras relativas os mais afectados som os da madeira e do móvel (-24% e -29%), os mais ligados à construçom civil.

 


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