Existe umha Compostela viva e participativa por baixo da cultura política de gestom ultraliberal, católica e de monopólio do pensamento que desprega o PP da cidade, partido envolvido em vários escándalos de corrupçom e detraçom de dinheiro público. Umha Compostela que nom se aplana diante da privatizaçom dos serviços públicos, da imputaçom judicial dos seus regedores e vereadores, da clausura de espaços de liberdade política e cultural como fôrom no seu dia a Casa Encantada ou a Sala Iago, ou do esbanjamento de fundos públicos no eregimento de mausoleus funerários como a Cidade da Cultura ou templos do Capital e da Precariedade como o imenso Shopping As Cancelas.
Essa é a Compostela dos trabalhadores e trabalhadoras honestas, cansadas, fartas de umha administraçom para a minoria, da cerraçom da cidade em prol dos setores mais reacionários, da opacidade de uns governos desenhados à medida de uns poucos. Dalgumha maneira deve prender aos poucos a faísca que prenda na chaira o incêndio de umha nova forma de entender a cidade e a democracia. Por isso é que continua a iniciativa pola disoluçom da corporaçom municipal. De algumha maneira há que varrer da história este velho sistema antipopular, as trabalhadoras e trabalhadores precisamos pular aos poucos pola democracia das maiorias sociais.


