O ato deste ano começou polas 13 horas junto à porta onde caiu morto Moncho Reboiras. No lugar, foi descoberta já no ano passado umha placa de pedra realizada por NÓS-Unidade Popular para lembrar o exemplo do jovem militante da UPG.
Tomárom a palavra, apresentados por Maurício Castro, os companheiros Carlos Garcia Seoane, da organizaçom juvenil da esquerda independentista BRIGA, e Bruno Lopes Teixeiro, integrante da Direçom Nacional de NÓS-UP.
Ambos coincidírom na necessidade de nom limitar a homenagem anual a Reboiras a um rito vazio do verdadeiro significado revolucionário que tem: o do confronto com o aparelho fascista espanhol para defender a liberdade nacional da Galiza e combater o capitalismo.
Em plena crise, que golpeia com especial dureza a juventude trabalhadora, Carlos Garcia Seoane reivindicou a auto-organizaçom e a mobilizaçom como imprescindíveis para ganhar o terreno perdido nos últimos anos de ofensiva reacionária, que aboca a juventude à pobreza e à exploraçom.
A esse objetivo se comprometeu, em nome da nossa organizaçom, o companheiro Bruno Lopes Teixeiro, que considerou imprescindível assumir Reboiras como militante integral, incluídas as arestas mais duras do combatente na frente armada da UPG. A luita anticapitalista, independentista e feminista que defende e praticam NÓS-Unidade Popular e o conjunto da esquerda independentista galega mantém hoje tanta ou mais vigência que em 1975, ano em que o movimento popular perdeu um jovem patriota num confronto com a polícia franquista espanhola.
Com o canto coletivo do Hino Nacional da Galiza concluiu a concentraçom de Ferrol neste 12 de agosto de 2012.

