Davide Rodeiro, membro da delegaçom de Siareir@s Galeg@s que se deslocou até Madrid, explicou na conferência de imprensa posterior, no próprio Congresso, que "apenas reclamamos um direito" e "pedimos normalizar umha situaçom". Também lembrou que para além de pedir ao legislativo a mudança de atitude, os torcedores e torcedoras da Galiza "trabalhamosna rua, nos pavilhons e nos estádios por este direito". Aliás, lembrou que o desporto e as competiçons internacionais nom estám formalmente ligadas aos estados, mas às federaçons desportivas, "e nom devemos esquecer que as federaçons som entidades privadas", apesar de que no Estado espanhol as pressons políticas tenham levado a esta situaçom.
Como na Escócia
Davide incidiu na viabilidade de umha petiçom que somente o obcecaçom do espanholismo impossibilita. De facto, há já umha vintena de seleçons galegas a participarem em federaçons desportivas internacionais, da mesma maneira que a Escócia e o Gales, por exemplo, compitem em todas as disciplinas desportivas.
A comparecência enquadra-se na proposta nom de lei da esquerda abertzale (Amaiur), conforme a qual o Congresso espanhol debateria o direito das naçons sem estado a participarem nas competiçons desportivas.

