Com a intervençom “Cartografia do novo cinema galego: referentes e realidade atual”, o crítico e estudioso do nosso cinema Martin Pawley dará início ao seminário que levará a Bilbau algumhas das mais destacadas produçons da nova geraçom de cineastas do país. A seguir, o ciclo de projeçons iniciara-se com o espaço dedicado às curtas de Lois Patinho, com a presença do realizador. Projetarám-se as curta-metragens do realizador, incluída a mais recente "Montanha em sombra".
Terça-feira, a projeçom de “Anacos” de Xácio Banhos, um dos títulos mais premiados, continuará umha mostra que leva a Bilbau alguns dos mais destacados filmes de produçom galega, fitas que nom passam polas salas comerciais mas que tenhem os seus circuítos em festivais internacionais nos quais estám a colheitar um importante reconhecimento para o novo cinema galego.”Anacos” alcançou, entre outros, o prémio Caravela de Prata ao melhor filme no concurso de curta-metragens do Festival Internacional de Cinema de Cartagena, o especial do júri no Festival de Cinema Espanhol de Málaga, a mençom especial do Júri do Festival Internacional das Palmas e o de melhor guiom no Curto-circuíto de Compostela. Seguirá "Piedad" de Otto Roca para concluir a jornada com a projeçom de “Vikingland”, o surpreendente filme de Xurxo Chirro, um documentário criado sobre o material audiovisual gravado por un marinheiro numha travesia no norte da Europa que visitou já numerosos festivais e ganhou o Play-doc en 2012. O diretor, Xurxo Chirro, participará tamén no ciclo num debate arredor da filmografia dele.
O último dia de programa de "Novo cinema galego" -com o título na nossa lingua- oferecerá “La Brecha” de Marcos Nine e a nova longa-metragem da diretora Margarita Ledo, “A cicatriz branca”, que busca a história das mulheres emigrantes que chegárom à Argentina por volta dos anos vinte e trinta, completa o programa. Protagonizada pola poeta Eva Veiga e com Xavier Deive, Lino Braxe, Tamar Novas, Margarita Fernandes ou Mónica Camanho na equipa artística, o filme foi guionizado pola própria Margarita Ledo. Abe Rábade é o autor da banda sonora.

