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pvGaliza - Diário Liberdade - Foi umha convocatória urgente em resposta ao descaramento com que o Partido Popular utilizou o seu governo em funçons em Madrid para ancorar umha empresa megapoluente no coraçom da ria de Ponte Vedra.


E nom por 15 nem por 30 anos, mas por 60 anos! Essa é a pretensom do reacionário governo espanhol, que ontem sexta-feira foi contestada por enésima vez nas ruas de Ponte Vedra, mas com umha participaçom bem superior à habitual.

A praça da Ferraria, em pleno centro, ficou pequena para acolher os milhares de pessoas que respondêrom à convocatória da Associaçom pola Defesa da Ria de Ponte Vedra, contando com o apoio de numerosas entidades da cidade e do País, bem como com o governo municipal ponte-vedrês, em maos do BNG.

endefora"Ence fora da ria para sempre" foi a legenda da faixa principal da manifestaçom, que percorreu o centro da cidade, com participaçom multitudinária que expressom indignaçom perante a manobra do PP, que conta com destacados ex-dirigentes no Conselho de Administraçom da empresa, e que volta a demonstrar que está ao serviço da burguesia espoliadora de recursos e das diretrizes madrilenas. Ponte Vedra deve continuar a servir de lixeira e depósito de poluiçom destruidora dos recursos naturais da ria, segundo o guiom traçado pola direita empresarial, financeira e política.

A APDR anunciou um recurso legal contra a prorrogaçom decretada polo PP em Madrid, assim como a continuidade das mobilizaçons em defesa da ria e de um País desenvolvido de maneira sustentável e respeitosa com o meio e recursos naturais.

300116 apdrRejeitamento maioritário e intransigência patronal-institucional

O complexo industrial altamente poluente, instalado na ria de Ponte Vedra durante o franquismo e com Filgueira Valverde na presidência da Cámara, é rejeitado maioritariamente pola populaçom da comarca. Associaçons vicinais e entidades do movimento popular ponte-vedrês levam anos manfiestando-se e recorrendo legalmente a continuidade da atividade espoliadora de Ence em Louriçám. Agora é um presidente de origem ponte-vedresa, Mariano Rajoi, com a cumplicadade do seu partido na Galiza, que pretende prolongar por mais 60 anos a concessom a maos privadas da destruiçom da ria e da qualidade de vida da vizinhança ponte-vedresa.

"A ria é nossa e nom de celulosa!", umha das palavras de ordem que ontem se coreárom nas ruas da cidade, sintetiza a atitude de um povo em rebeldia contra os interesses do capital, como sempre, opostos ao bem-estar da maioria.

Fotos: @gzcontrainfo e @defensadaria


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