No texto, redigido integralmente em espanhol, CCOO denomina "pseudoecologias, mentirosos, falazes e mal-intencionados", além de "comissários políticos da UPG, borrgos do rebanho do sr. Lores e inimigos dos trabalhadores" (sic) o conjunto da APDR, que leva décadas de luita contra a presença de ENCE Celuloses em plena ria de Ponte Vedra.
O referido sindicato, defensor acrítico da indústria de enclave imposta polo franquismo em Ponte Vedra, lança duras e absurdas acusaçons contar a entidade e o seu presidente, incluídas as de serem, os seus associados e associadas, "fachas da ultradireita mais ranços e casposa", assim como de estarem disfarçados de "ecologismo falabarato".
No meio da sucessom de insultos, CCOO informa sobre umha denúncia apresentada nos tribunais ponte-vedreses contra a APDR, por "manifestar-se no dia da jornada de reflexom", considerando que "seguramente (sic) nom tinham nem licença para essa concentraçom na rua". Segundo reconhece CCOO, os ataques devem-se à iniciativa da APDR contra a renovaçom da Autorizaçom Ambiental Integrada (AAI) à empresa ENCE-Celuloses, causante de graves problemas ambientais na ria de Ponte Vedra.
Mobilizaçom da APDR em defesa da Ria e pola clausura de ENCE
Os graves ataques dirigidos pola burocracia sindical pró-governista e espanholista contra a APDR coincidem com umha nova campanha mobilizadora desta entidade no seio da sociedade ponte-vedresa, que incluirá umha nova "marcha contra celuloses", neste mesmo sábado, dia 11 de junho, a partir das 19:30 horas e com saída de Marim e Ponte Vedra.



