O suposto "roubo" refere-se à retirada, enquadrada na campanha "Simbologia fascista fora da Galiza. Higiene, justiça e democracia", de duas placas de mais de metro e meio de altura, assim como umha coroa metálica representando um loureiro, 20 de novembro de 2007, no átrio da igreja de Santo Tomé de Ames.
Estas placas, que junto a centos de simbolos fascistas, fôrom entregues no seu dia ao governo bipartido do BNG e PSOE da Junta da Galiza, lembravam a José António Primo de Rivera e outros 22 vizinhos desta freguesia que morrerom combatendo no bando fascista.
A açom de higiene democrática, realizada no trigésimo segundo aniversário da morte do genocida Franco, foi umha humilde homenagem a toda a vizinhança de Ames assassinada polo fascismo espanhol.
Agora, mais de quatro anos depois, vários membros da Direçom Nacional daquela altura som chamad@s a declarar acusad@s de furto.
Seja qual for o resultado final do caso em termos legais, NÓS-Unidade Popular solidariza-se com estes companheir@s e ratifica como perfeitamente legítima a açom exigindo o fim da perseguiçom contra quem reclama a mais elementar higiente democrática e umha mais decidida e geralizada atuaçom das instituiçons públicas contra a simbologia fascista ainda presente nas ruas da Galiza.
Som vári@s @s militantes da nossa organizaçom que nas últimas semanas tenhem recibido notificaçons dos julgados das suas respetivas localidades para prestar declaraçom sobre um suposto delito de "furto" na localidade de Ames.
