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eleicoes.2Brasil - Diário Liberdade - [Rudá Ricci] Nós últimos três dias, nossa equipe se esforçou para obter informações mais concretas a respeito de dados apurados pelas duas campanhas (de Dilma e de Aécio).


A avaliação é similar, só com viés contrário. Ninguém diz que seu candidato está com margem de 10% como se divulga nas redes sociais. A vantagem é, sempre, ao redor da margem de erro ou algo levemente superior. Quem é sério e não é do baixo clero, não fica batendo bumbo. Só militonto é que gosta de dizer coisas sem nexo, quase sempre com alta grosseria.

Leia mais: O que define o apoio de uma liderança de esquerda no segundo turno?que define o apoio de uma liderança de esquerda no segundo turno?

A eleição não está definida. De Belo Horizonte para cima, é pró-Dilma. E, parece, a vantagem aumentou. De Belo Horizonte para baixo, é pró-Aécio e, parece, a vantagem teria aumentado em São Paulo. As duas campanhas aumentaram, em muito, a militância nas ruas nos últimos dias. Temos, à título de ilustração, um relato do que ocorre em Franca, cidade paulista produtora de calçados. Petistas estão indo de casa em casa (como há muito tempo não se via). E tucanos também estão nas ruas. Em BH, até aqui, só se via carros com adesivos pró-Aécio. Nos últimos dias, carros com bandeiras do PT se multiplicaram. Até na paisagem parece ocorrer um empate.

As campanhas concentram esforços onde possuem vantagem 

As duas campanhas concentraram seus esforços onde possuem eleitorado aparentemente cativo. O que faz com que um morador em determinada região tenha a impressão que um dos candidatos está muito à frente.

Daí a grande dúvida em relação ao que ocorre. Principalmente porque as duas campanhas fazem trackings diários que não chegam a ter um plano amostral completo (ou seja, não entrevista um número suficiente de pessoas, a partir da clivagem de sexo, idade, renda e localidade).

Ibope e datafolha estão cautelosos

Os dois maiores institutos de pesquisas (IBOPE e Datafolha), estão sendo muito cautelosos. Há empate técnico rigoroso nas duas últimas prospecções. É evidente que qualquer outro resultado divulgado faz parte da guerra de informação.

Quem ganhar, terá quase metade do país no seu calcanhar 

O fato é claro: quem ganhar - se nada ocorrer de muito significativo - será por muito pouco e terá quase metade do país no seu calcanhar. Como sabemos que o próximo ano será um desastre econômico (Dilma já sabemos, mas é importante destacar a fala de Aécio na FIESP - gravada - em que ele afirma que nos primeiros 100 dias perderá metade do eleitorado que conquistou nesta eleição), é plausível sugerir que 2015 continuará a guerra aberta desde o final do primeiro turno.

Fonte: facebook do autor.

Rudá Ricci é sociólogo e direitor da ONG Cultiva.


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