A aplicaçom desta nova Lei poderia dar lugar a que o Governo do Estado em maos do PP concedesse ao complexo de ENCE, entre outras empresas, umha prorrogaçom de 75 anos da concessom administrativa em terrenos de domínio público. Ao abrigo dessa, Lei efetivizaria-se a privatizaçom de todo o litoral galego e doutras áreas costeiras do Estado espanhol.
Inclusive a Junta de Feijoo poderia lavar a sua face o respeito da espinhosa questom da fatoria de Louriçam, pois nom seria relevante nem decisiva a sua negativa à continuidade da mesma.
À assembleia assistírom mais de 50 pessoas, ficando algumhas em pé ao ficar a sala pequena, que contribuírom com diversas propostas e iniciativas ao longo dum bom número de intervençons. Entre outros contributos, estivérom a realizaçom dumha recolha de assinaturas, montagem com as declaraçons de cargos públicos em relaçom a ENCE e as suas contradiçons com umha maciça difusom nas redes sociais, ou a solicitude por parte do Concelho pontevedrês da declaraçom de Mariano Rajoi como pessoa non grata, entre muitas outras.
Após mais dumha hora de debate e intercámbio de ideias, deu-se por concluída a assembleia aberta, com a certeza de que o mais importante é ativar a vizinhança pontevedresa para que se envolva no repto de atingir a saída do complexo de ENCE da ria em 2018, pois a mobilizaçom na rua é o que pode fazer mudar este tipo de políticas agressivas com o meio ambiente e a saúde das pessoas. Embora a via judicial também fosse um dos temas a tratar, a maior parte das intervençons coincidírom em que o principal objetivo é a criaçom de consciência e o envolvimento da populaçom.