Casos de corrupçom, roubos milionários e outros exemplos de grande delinqüência ficam na impunidade da prescriçom e o indulto por parte do governo, com o ministro Gallardón a assinar em favor do gabinete do seu filho.
No outro lado da moeda, a que padecemos a maioria, estám milhons de pessoas a trabalhar em precário, no desemprego ou mesmo sem rendimentos estáveis. É a "ditadura fina", disfarçada todo o ano de democracia burguesa, com "elegantes complementos", julgametnos políticos, ilegalizaçons, criminalizaçom dos movimentos sociais, multas indiscriminadas, cargas policiais, intervençom das comunicaçom, dispersom, prisom preventiva durante anos e, agora, também abusivas taxas judiciais.
Um exemplo é o julgamento que decorreu entre 5 e 7 de fevereiro de 2013 em Vigo, onde fôrom julgados Telmo e Miguel, trabalhadores do metal viguês e ativos sindicalistas no momento da sua detençom.
Miguel estivo em preisom preventiva 17 meses e Telmo leva preso desde 9 de março de 2011. Ambos padecêrom incomunicaçons, regime FIES, dispersom carcerária, dificuldades para receber visitas dos seres queridos, obstáculos à equipa jurídica para preparar e desenvolver a defesa, transferências em gaiolas de 70x80cm e um longo et cétera.
O julgamento numha sala de duvidosa competência, com fortes medidas repressivas, com acesso restrito e gerido por polícias anti-motim que acordoárom umha parte do julgado de Vigo serviu para encenar um desproporcionado aparelho de perseguiçom política.
Só foi possível aceder à sala prévia identificaçom para letrados, que precisavam de ir a essa parte do edifício ou por chamado do agente judicial, para aquelas pessoas próximas ou jornalistas que queriam assistir à vista oral.