Se essa tendência continuar, a região alcançará a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de reduzir em dois terços a mortalidade dos menores de cinco anos para 2015, indica o documento.
No entanto, ainda existem enormes disparidades entre os países da região e, às vezes, até o interior dos mesmos, destaca o documento da Organização Pan-americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPS/OMS), que pretende redobrar os esforços para prevenir e reduzir a mortalidade desse grupo populacional.
Por exemplo, em 2011, Haiti e Bolívia tinham taxas de mortalidade de 87 e 51 óbitos por mil nascidos vivos respectivamente, em comparação com 19 na Colômbia, oito no Chile e seis em Cuba, agrega o texto.
A maioria das mortes na infância é evitável. Nos países com mortalidade elevada, algumas intervenções de grande efeito e baixo custo poderiam reduzir o número de mortes em mais da metade, mas essas ações não chegam a todos, indica.
Por outro lado, o relatório ressalta que a prevalência da desnutrição na região é baixa, mas a fase crônica é, porém, um dos problemas do crescimento mais frequentes na zona com quase nove milhões de crianças menores com esse transtorno.
Também a obesidade infantil constitui um dos desafios mais complexos que enfrenta a saúde pública em vários países. Ademais, em torno de 22,5 milhões de crianças tem anemia.
A notícia é da Prensa Latina/ale/vm
