"Temos convocado ao trabalho e saíram ao trabalho (...) Fracassaram em seu plano de executar uma greve geral", reafirmou.
O líder venezuelano rejeitou os atos violentos e vândalos que executaram na véspera grupos de oposição venezuelana que desconhecem os resultados das eleições presidenciais e onde sete pessoas foram assassinadas enquanto que 61 ficaram feridas.
Ainda responsabilizou o ex-candidato da direita, Henrique Capriles, pelos feitos violentos e afirmou que "deve responder pelos mortos que estamos velando".
Condenou os ataques à casa da presidenta do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena. Nesse contexto, anunciou que o Governo tem em seu poder os vídeos com as evidências dos agressores à casa da reitoria do órgão eleitoral.
Maduro denunciou que as ações de violência fazem parte de um plano para tirar a Venezuela da via democrática. "Isto é crônica de um golpe anunciado, tal como tivemos denunciado".
O presidente fez um chamado ao povo pela paz e serenidade absoluta, "não devemos cair em provocações".