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Marita LorenzCuba - PCO - Mais uma revelação de como agem os Estados Unidos para impor sua vontade sobre os povos.


Está sendo lançado no Brasil, pela Planeta, o livro Eu fui a espiã que amou o Comandante, de autoria de Marita Lorenz. Marita, de origem alemã, conheceu Fidel Castro em fevereiro de 1959, dois meses após a Revolução, quando teve de aportar em Cuba. Recebida pelo Comandante, ficou alojada no Havana Hilton por alguns meses e se tornou namorada de Fidel.

Lorenz era cidadã estado-unidense e morava em Nova York. Quando a CIA soube da relação da moça com Fidel, procurou doutriná-la e elaborou um plano para matar Fidel Castro, a quem chamavam de ditador de Cuba, como o faz ainda hoje a imprensa brasileira, papagaio da norte-americana.

Um ano depois, Marita Lorenz foi a Cuba com duas pílulas de veneno que deviam ser colocadas na bebida de Fidel quando estivessem juntos. Por precaução, Marita escondeu as pílulas em um pote de creme que as inutilizaram.

Por fim, esteve com Fidel Castro. Conversaram a sós durante algum tempo e, em determinado momento, Fidel lhe perguntou: 

— Você está aqui para me matar, não é?

Ele ficou paralisada e mal podia articular uma palavra, mas acabou confessando e contou o plano da CIA para ele. Então, ele disse:

— Está vendo aquele revólver ali? Pegue-o, pode me matar.

Ela não reagiu, e Fidel completou:

— Ninguém pode me matar.

No entanto, Marita confessa que não poderia tê-lo morto pois ainda estava apaixonada por ele.

Depois dessa aventura, Marita ainda se envolveu com Pérez Jiménez, um dos governos fantoches dos Estados Unidos na Venezuela. Conheceu Lee Harvey Oswald, acusado falsamente de ter matado o presidente John Kennedy.

O agente responsável pelas missões de Marita era Frank Sturgis, que, mais tarde, se envolveria no caso de Watergate.

A leitura do livro deve ser interessante, pois é mais um livro que revela as ações terroristas dos Estados Unidos pelo mundo. O livro deverá virar filme em breve.


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