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Mário Maestri
Aqui e Agora

O PT abandonou o Programa Republicano

Mário Maestri - Publicado: Segunda, 22 Fevereiro 2016 00:32

O princípio de governo para o bem do povo nasceu quando da democracia ateniense.

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Paulo Marçaioli
Batalha das Ideias

“Martí – e as Duas Américas” – Pedro Pablo Rodriguez

Paulo Marçaioli - Publicado: Domingo, 21 Fevereiro 2016 09:24

Resenha do Livro - “Martí – e as Duas Américas” – Pedro Pablo Rodriguez – Ed. Expressão Popular.

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Sergio Domingues
Pílulas Diárias

O zika e a indústria de venenos

Sergio Domingues - Publicado: Quarta, 17 Fevereiro 2016 21:41

Ao contrário de “zika”, “piriproxifeno” é uma palavra difícil de escrever e quase impossível de pronunciar. Seria por isso que grande imprensa e autoridades a vêm ignorando, mesmo que possa estar relacionada ao recente surto de microcefalia no País?

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Ilka Oliva Corado
Crónicas de uma inquilina

Infâmia da ultra-esquerda ao progressismo latino-americano

Ilka Oliva Corado - Publicado: Segunda, 15 Fevereiro 2016 17:06

Por culpa de Chávez e de sua necessidade de reviver uma Revolução Bolivariana que só vivia nas nostalgias dos avós, na burla dos traidores e nas canções dos trovadores, nasce uma nova revolução; oxigenada, com novos brios, com incontáveis anseios, que parecia impossível e estéril, considerando-se o incisivo ataque imperialista no continente.

Entretanto, assim como Gore, cujo ativismo ecológico imporia limites crescentes ao voraz capitalismo americano, mas que, por isso mesmo, foi deposto peremptoriamente de sua vitória, não estará Sanders outrossim condenado à derrota, ainda que angarie a maioria dos votos populares, uma vez que seus ativismo político-econômico de espectro socialista ameaça com análoga intensidade as ambições capitalistas? Não nos esqueçamos de que Sanders, em 1981 quando eleito prefeito de Burlington, cidade do pequeno Estado de Vermont, foi chamado pelos jornais de “O primeiro prefeito socialista da América”.

Seja em 1981, seja em 2016, Sanders não faz questão alguma de se descolar desse rótulo socialista, muito embora sua plataforma seja tipicamente social-democrata. Além do mais, atualmente dividindo palanques com figuras como Donald Trump e Hillary Clinton, Sanders surfa na sua fama socialista a ponto de fazer as vezes de o Robin Hood norte-americano. No entanto, essa poderosa e revolucionária característica pode ser o seu maior calcanhar de Aquiles. Afinal, em se tratando da presidência da maior potência econômica do planeta, nada que seja verdadeiramente inconveniente aos ditames do capital, como por exemplo a frase de Sanders na sua vitória na primária de New Hampshire, qual seja, “o governo pertence ao povo, não a um punhado de bilionários”, é conveniente, a não ser em forma de utopia.

Porém, como os votos dos americanos a Gore em 2000 e as intenções de voto à Sanders em 2016 deixam bem claro, utopias são fundamentais! Embora o significado comezinho de utopia aponte para fantasia, devaneio, ilusão -o que não lhe atribui potencial revolucionário algum-, desde o século XVI, quando Thomas Moore juntou os termos gregos “Ou” (não) e “Topos” (lugar), utopia passou a dizer “em lugar nenhum”. Por isso, o que é utópico não é necessariamente inexistente, fantasioso, ilusório, mas pode ser também algo real, factível, que, entretanto, só não encontrou ainda lugar para ser. A utopia ecológica de Gore, infelizmente, não deixou de ser uma ilusão até hoje, como a marcha da destruição da natureza deixa bem claro. Já a utopia socialista de Sanders ainda é fiel à definição de Moore, e, quem sabe, pode encontrar lugar no mundo. Aliás, já não está encontrando?

Ora, se o real da política norte-americana –mas não só o dela- é o lugar de doações empresariais milionárias às campanhas políticas, a recusa à essa vil fonte atuada por Sanders, que só aceita doações de cidadãos, e no valor máximo de US$ 3, outra coisa não é que uma utopia que encontrou lugar para existir. Outras propostas de Sanders, que a princípio soam utópicas, mas que, oxalá, podem encontrar lugar na realidade, são: resgatar a democracia das mãos dos milionárias e lobistas; aumentar impostos para os mais ricos; fazer Wall Street bancar o ensino gratuito nas universidades públicas; quebrar os grandes bancos em instituições menores; criar imposto à especulação financeira; instituir um sistema público universal e gratuito de saúde; legalizar imigrantes; combater o preconceito e a discriminação às mulheres, aos negros e às pessoas LGBT; só para citar algumas ideias que, para o $istema, é melhor que sejam utopias no sentido corriqueiro do termo.

Entretanto, ainda que a utopia de Sanders pareça um devaneio, é exatamente ela que a população americana mais está querendo que encontre lugar de existência. Nessa onda utópica, Sanders catalisa como nenhum outro candidato a insatisfação popular, dando novo fôlego à velha luta pelos direitos civis que brilhou nos anos 1960, mas que hoje está tão ofuscada, obesa e sedentária quanto o capitalismo precisa que ela esteja. Para animar essa apatia cética, Sanders tenta fazer um novo movimento de massa com o povo americano para produzir uma revolução política que dê cabo da $órdida $ituação que $itua centralmente os interesses capitalistas e que $itia perifericamente os interesses populares.

Agora, não deverá nos surpreender se Sanders tiver a maioria dos votos populares e ainda assim não assumir a presidência dos EUA, uma vez que, como Gore exemplifica melhor que ninguém, a escolha do presidente dos Estados Unidos, na verdade, se dá nas secretas reuniões dos colegiados eleitorais americanos, que outra coisa não devem ser que “lounges” absolutamente gentrificados nos quais petrolíferas e bancos privados decidem verticalmente o que e quem é mais conveniente para eles. Assim como ativismo ecológico de Gore não era conveniente para os peixe$ grande$ de 2000, o ativismo social de Sanders não deve ser menos inconveniente para os lobo$ voraze$ de 2016. Há 16 anos, a virtude ecológica de Gore “foi deposta” pelo vício bélico-imperialista de Bush filho, o idiota. E hoje, a virtude socialista de Sanders sucumbirá diante do vício xenófobo-liberal de Trump, o palhaço?

Foi porque Al Gore tinha em mãos a mais pura verdade –a necessidade da preservação da natureza a despeito dos interesses econômicos- que ele foi considerado absolutamente inconveniente pelo $istema de há década e meia. O fato de não ter sido empossado apesar da maioria de votos populares é a prova cabal e antiecológica disso. Sanders, por sua vez, e a sua popularíssima verdade social-democrata, são outrossim inconvenientes ao $istema, cuja sordidez nos leva a crer inclusive que se o atual Robin Hood americano findar realmente com a faixa presidencial no peito, é porque ele não é tão verdadeiro nem tão Robin Hood assim. Se Bernie Sanders, em troca, findar como Gore, isto é, nas próprias palavras de Gore, como o “ex-futuro presidente dos Estados Unidos da América”, então teremos certeza de que ele “era” absolutamente verdadeiro e conveniente.

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Adriano Benayon
Brasil de Pé

Sair do caos

Adriano Benayon - Publicado: Segunda, 15 Fevereiro 2016 15:39

1. No artigo anterior, avaliei que as saídas não emergem das discussões entre economistas monetaristas, autointitulados liberais, versus keynesianos.

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Xurxo Martiz Crespo
Em coluna

LXX Aniversário da libertaçom de Auschwitz

Xurxo Martiz Crespo - Publicado: Domingo, 14 Fevereiro 2016 15:57

A recente aprovaçom por parte do Parlamento dinamarqués de requisar os objetos de valor aos refugiados solicitantes de asilo lembrou-me o conto venezuelano do homem, sem pernas nem braços que, montado num skate, pedia esmola e, ante uma mulher exuberante, nom se pudo conter e lançou-lhe um piropo subido de tom, ao que ela respondeu: «Senhor, nom seja ordinário? Deus vai castigá-lo» e o impedido retrucou: «como, vai-me tirar o skate?».

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Jones Manoel
Palavras Insurgentes

O pacto de não agressão germano-soviético: a história fora do mito

Jones Manoel - Publicado: Sábado, 13 Fevereiro 2016 15:15

Lênin, em sabias palavras, afirmou que numa sociedade de classes a produção do conhecimento científico terá necessariamente um caráter e uma funcionalidade de classe. Isso não significa dizer que todo trabalho científico é redutível às posições de classe do seu autor; a questão é mais complexa [1]. É perceber os diversos condicionantes constitutivos (econômicos, políticos, ideológicos, geopolíticos e institucionais) da produção científica de uma época. Uma justa compreensão da relação dialética entre conhecimento e suas mediações constitutivas possibilita apreender como a visão “científica” dominante numa determinada época, sobre algum tema, pode está completamente equivocada e mesmo assim ser considera uma verdade incontestável.

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Bruno Carvalho
Contra-ataque

Spinning

Bruno Carvalho - Publicado: Sábado, 13 Fevereiro 2016 14:03

No dia 22 de Janeiro, o PSD e o CDS apresentaram uma proposta no plenário da Assembleia da República para a realização de uma auditoria externa ao Banif.

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Miguel Urbano Rodrigues
Em coluna

Reencontro com Florestan Fernandes

Miguel Urbano Rodrigues - Publicado: Sexta, 12 Fevereiro 2016 17:26

Florestan Fernandes foi no Brasil o meu melhor e mais íntimo amigo.

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Marcus Eduardo de Oliveira
Economia Social e Humana

Com crescimento não se alcanza a sustentabilidade

Marcus Eduardo de Oliveira - Publicado: Sexta, 12 Fevereiro 2016 05:50

É preciso e imperioso desmitificar uma ideia corrente em economia: não se alcança bem-estar, com melhorias no padrão médio de qualidade de vida, com mais crescimento econômico, portanto, com a expansão do PIB (Produto Interno Bruto).

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Miguel Urbano Rodrigues
Em coluna

Meditação sem fronteiras

Miguel Urbano Rodrigues - Publicado: Quarta, 10 Fevereiro 2016 17:40

Há dois anos comecei a ler o Livro do Desassossego de Fernando Pessoa.

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Adriano Benayon
Brasil de Pé

Jogo pesado no poder mundial

Adriano Benayon - Publicado: Quarta, 10 Fevereiro 2016 16:35

1. Há enorme descompasso entre o modo de operar das grandes potências, especialmente o das hegemônicas, e a capacidade de entendê-lo, por parte dos cidadãos dessas potências e pelos das que estão à mercê delas.

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Sergio Domingues
Pílulas Diárias

Fabricando bandidos e terroristas

Sergio Domingues - Publicado: Quarta, 10 Fevereiro 2016 16:20

A série “Making a murderer” (“Fabricando um assassino”) faz grande sucesso nos Estados Unidos. O documentário conta a história de Steven Avery que, condenado injustamente, passa 18 anos na prisão. Pouco tempo depois de sua libertação, enfrenta nova batalha judicial.

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Nildo Ouriques
Em coluna

Entre nós, os economistas II

Nildo Ouriques - Publicado: Quarta, 10 Fevereiro 2016 16:10

A ideologia da crise fiscal

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Mário Maestri
Aqui e Agora

Contubérnio Petista

Mário Maestri - Publicado: Quarta, 10 Fevereiro 2016 15:09

A notícia da recente agressão de Olívio Dutra por assaltante em lotação levou milhares de brasileiros a perguntarem-se o que fazia o ex-governador sulino em um meio de transporte público.

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Diego Bernal
Logo se aprende

Brasileirinho, galeguinho e portuguesinho

Diego Bernal - Publicado: Quarta, 10 Fevereiro 2016 10:28

De enorme vitalidade na língua desde tempos antigos, formador de aumentativos e diminutivos, o sufixo –inho/a é uma das marcas mais características do galego-português.

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Roberto Laxe
A Velha Toupeira

O Foro de Davos fronte á realidade

Roberto Laxe - Publicado: Segunda, 08 Fevereiro 2016 23:38

[Roberto Laxe] Como todos os anos desde 1971, cando un profesor de economía suízo reunise a 400 empresarios e expertos europeos para analizar as perspectivas da sociedade, realizouse estes días un novo Foro na carísima (unha habitación de hotel custa mínimo 200 euros) cidade suíza de Davos, coa asistencia de 2600 persoas.

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António Santos
O Fantasma de João Mau-Tempo

O sol e a eira

António Santos - Publicado: Segunda, 08 Fevereiro 2016 13:00

Há uma razão para a oposição dos comunistas (e só dos comunistas) à União Europeia: não é possível obedecer às regras de Bruxelas que nos mandam empobrecer e, simultaneamente, parar de empobrecer.

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Nildo Ouriques
Em coluna

A alma de Lula

Nildo Ouriques - Publicado: Sábado, 06 Fevereiro 2016 15:40

Foi Chico de Oliveira, o oscilante sociólogo uspiano, quem afirmou ser Lula um "homem sem caráter". De minha parte, não descarto a análise de extração psicanalítica, mas considero a caneta presidencial o indicador mais confiável sobre o caráter de qualquer presidente. No entanto, antes que o rasteiro moralismo burguês dominante torça o nariz para meu desprezo inicial pela perspectiva moral, reafirmo que, na política, é claro que o caráter conta, mas a prova final sobre a conduta presidencial será sempre o Diário Oficial.

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Paulo Marçaioli
Batalha das Ideias

“Presença de Althusser” – Márcio Bilharino Naves (Org.)

Paulo Marçaioli - Publicado: Sexta, 05 Fevereiro 2016 11:40

Resenha do Livro – “Presença de Althusser” – Márcio Bilharino Naves (Org.) – Coleção Ideias 9 – Instituto de Filosofia de Ciências Humanas – Unicamp.

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