A Ernai reivindicou a autoria da acção realizada em Fitero no dia 12 de Outubro – dia da hispanidade – para protestar contra a construção de um quartel da Guarda Civil na localidade – algo que suscitou muita polémica na região, sobretudo porque naquele espaço era para ser construído um novo centro saúde. Numa nota, a organização juvenil independentista afirma que «se constroem grandes obras de duvidoso interesse público, nas quais são desperdiçados milhões de euros», quando em «Fitero e no resto de Navarra os serviços públicos são desmantelados para beneficiar o sector privado e mais uns quantos».
A Ernai avisa a UPN que «o seu tempo está a acabar», pois em Navarra «há um povo digno, farto da sua corrupção, dos seus roubos descarados, da sua repressão sistemática, do seu apoio às elites, enquanto espezinha as camadas populares mais desfavorecidas e a identidade desta terra».
Mostrando-se inteiramente determinada a «acabar com este regime», de que a UPN «é a face mais visível» e que tem na Guarda Civil «garante de blindagem», a Ernai afirma que «não vai ficar de braços cruzados». As forças de ocupação têm de se ir embora de Navarra e o País Basco; a juventude não pode ser «condenada» a um futuro de «precariedade», «submissão» e «repressão», sublinha a organização juvenil.