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Livres as cinco pessoas detidas depois da manifestaçom de sábado em Compostela

210112adeusGaliza - Diário Liberdade - [Atualizado às 22 horas] Ficárom livres as cinco pessoas detidas depois da manifestaçom que hoje "celebrou" em Compostela a morte de Manuel Fraga.


Segundo informou o coletivo antirrepressivo Ceivar, as cinco pessoas detidas depois da manifestaçom que hoje contestou a missa por Fraga na capital galega ficárom livres polas cinco da tarde. Sobre elas recai agora a acusaçom de "desordens públicas". O motivo real da detençom parece ter sido que "gritavam palavras de ordem políticas", segundo a polícia espanhola.

Publicada às 15:30 horas

Polícia detém quatro pessoas depois da manifestaçom contra a figura de Manuel Fraga

Coincidindo com a jornada de homenagem preparada polo Partido Popular ao fundador do seu partido, morto dias atrás, foi convocada por vários coletivos umha jornada de festa que inclui umha manifestaçom.

A manifestaçom decorreu ao meio-dia pola capital da Galiza, enquanto os principais direntes espanhóis do PP, incluído o presidente do governo espanhol, Mariano Rajoi, participavam numha homenagem religiosa ao conhecido franquista morto com 89 anos e na mais absoluta impunidade.

As detençons terám acontecido umha hora mais tarde do fim da mobilizaçom, segundo informaçons de Galizalivre, que contabilizou "cerca de duascentas pessoas" na marcha antifranquista. Desconhecem-se os motivos concretos da açom repressiva espanhola, se bem parece claro que está relacionada com o protesto, que concluiu na Porta do Caminho com a leitura de um manifesto por parte do jornalista Gustavo Luca de Tena.

Para esta hora foi convocada umha concentraçom em frente à esquadra policial de Compostela, para reclamar a liberdade dos detidos, na qual participam umhas 25 pessoas.

Amanhá polas 10 horas voltará a realizar-se umha concentraçom, neste caso às portas dos Tribunais de Justiça do bairro compostelano das Fontinhas.

Centenas na missa de lembrança do fascista Manuel Fraga

Centenas de pessoas concentrárom-se na praça do Obradoiro enquanto no interior da catedral decorria umha missa oficiada polo arcebispo espanhol Julián Barrio, com presença de vários ministros e ministras, além do próprio Mariano Rajoi e do presidente da Junta, Núñez Feijó, e outros políticos do PP e do PSOE.

O representante da Igreja Católica exaltou Fraga como "grande defensor dos grandes valores da civilizaçom ocidental europeia", talvez em referência à defesa da causa colonizadora e genocida espanhola ao longo da história, na qual a Igreja jogou um papel fundamental no submetimento e genocídio de povos inteiros, nomeadamente no continente americano.

O PP fijo um importante despregamento de autocarros para tentar encher a praça do Obradoiro, o que finalmente ficou longe de acontecer.


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