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190210_instalaconsDL - Mais umha vez, as instuiçons burguesas contestam as reivindicaçons obreiras com violência, hoje no sector das instalaçons desportivas. 


O grupo de três dezenas de sindicalistas e operários ocupantes do escritório do director geral de Relaçons Laborais da Junta da Galiza, Odilo Martinhá, foi violentamente expulso das instalaçons por volta das 15 horas de hoje, segundo informárom os sindicatos apoiantes da ocupaçom aos meios de comunicaçom. 

Todas as pessoas que participavam no fechamento fôrom identificadas por fardados espanhóis, que rebentárom a porta de entrada com umha maça e retirárom violentamente os trabalhadores e trabalhadoras que estavam fechadas no interior desde as 10 da manhá. Várias pessoas fôrom contusionadas polos polícias, mas especialmente duas, segundo informa a CIG no seu site.

Reclamam salários de 1.000 euros... em 2012!

Entretanto, fora das instalaçons havia umha concentraçom de uns 200 trabalhadores e trabalhadoras das instalaçons desportivas, que mantenhem um conflito laboral polo incumprimento da Administraçom pública autonómica em relaçom aos compromissos adquiridos para mediar com o patronato do sector. Os patrons venhem negando-se a negociar com os trabalhadores e trabalhadoras umha saída a um conflito que se prolonga já por dous anos, nomeadamente um aumento salarial que simplesmente permitiria que o pessoal passasse a cobrar 1.000 euros em 2012. Eis a "desproporcionada" reclamaçom operária.

190210_desportivas.jpgApesar da justiça das reivindicaçons, o Governo de Feijó nom só se nega a mediar em defesa dos empregados e empregadas, como reclama malheiras policiais contra quem só defende condiçons laborais dignas através de umha greve indefinida e de acçons como a desta manhá.

O patronato tem-se negado a negociar enquanto se mantivesse a greve, mas parece abrir-se umha hipótese para umha reuniom na próxima segunda-feira, segundo informou a CIG. Para este sábado fôrom convocadas assembleias operárias na Corunha, Lugo e Ponte Vedra, onde se marcará um novo calendário para manter a luita após os últimos acontecimentos e depois de 19 dias de greve. As mobilizaçons contam com o apoio da CIG, da UGT e de CCOO, mas até agora só som respondidas com violência instituciona.

Como pano de fundo, mantém-se a reivindicaçom "estratégica" de um convénio galego de instalaçons desportivas que permita dignificar as condiçons de contrataçom e de trabalho, altamente precarizadas na actualidade, apesar da dependência indirecta da administraçom pública, através de privatizaçons de serviços que costumam aplicar os três principais partidos institucionais: PP, PSOE e BNG.

Mais informaçons no site da CIG.

 


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