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secaPrensa Latina - A fome espreita a países do continente africano como consequência da seca que causou o fenômeno meteorológico El Niño e se calcula a possibilidade de morte de milhões de pessoas.


Esse acontecimento é capaz de mudar o clima mundial e influir nas populações durante extensos períodos. Os cientistas ainda desconhecem o porque de ocorre este absurdo da natureza.

O fenômeno atmosférico causa em algumas zonas, seca e em outras graves inundações.

Este evento provocou aridez em diferentes lugares do mundo, afetou os cultivos e levou a fome, com maior incidência em famílias pobres. Em territórios africanos o assunto é bem amargo, pela quantidade de realidades conflitantes que afetam principalmente aos menores de idade que ali habitam.

Diversos grupos armados fazem os inocentes sofrerem na África (em especial as crianças), em conflitos étnicos e de outra índole, que se somam à seca. Além disso, existe na região uma multidão de deslocados que sobrevivem em condições péssimas e veem ameaçada sua integridade emocional e física.

SITUACIÃO NATAURAL

Desde inícios de 2016, o Programa Mundial de Alimentos (PMA) de Nações Unidas, advertiu que, aproximadamente, 14 milhões de pessoas estão em risco de passar fome na África meridional devido às más colheitas pela seca causada pelo El Niño.

O porta-voz da ONU, Farhan Haq expressou que o fenômeno global gerou uma aridez ainda pior na região e afetou a colheita deste ano, bem como que a quantidade de pessoas sem comida suficiente poderia ser elevado de maneira significativa nos próximos meses.

De acordo com o PMA, os mais afetados pela falta de chuvas são Malawi, Zambia, Madagascar e Zimbabue, países que possuem altos índices de má nutrición crônica.

O Zambia, maior provedor de cereais para a produção de pão na região, está realmente prejudicado pelo cessar das precipitações.

Lesotho declarou uma emergência pois ali mais de 650 mil pessoas carecem de alimentos suficientes. Precisam de pelo menos 278 milhões de dólares para enfrentar a grave situação imposta pelo clima.

Esse Estado quer construir pequenas represas para o gado e a irrigação, ao mesmo tempo que também precisa de equipes de bombeiros para distribuição de água, vacinas e insumos agrícolas.

Do mesmo modo é preocupante a situação em Angola, Moçambique e Swazilandia, disse Haq.

África do Sul, antes exportador de grãos, terá que importar entre cinco e seis mil toneladas de milho por causa de uma severa seca.

No Sudão do Sul aumentou a crise alimentar, uma situação sem precedentes: 2,8 milhões de pessoas precisam de com urgência de ajuda alimentar, e pelo menos 400 mil estão em uma situação catastrófica.

O El Niño provocou inundações prejudiciais para os cultivos no sul de Somália e registra-se uma grave seca, sobretudo no norte. Calcula-se que 58 mil 300 crianças enfrentam à ameaça de morte, caso não consigam apoio humanitário urgente na questão alimentar.

A carência torna difícil o acesso a água potável tanto para o consumo das famílias, como para o gado e as plantações; a respeito, a ONU solicita 885 milhões de dólares, para custear a ajuda que requer esse país africano.

Um relatório da organização humanitária Save the Children indica que na Etiópia, a fome causada pela seca, e que arruína colheitas e gado, ameaça a vida de 10,2 milhões de habitantes.

Cerca de 2,5 milhões de pessoas enfrentam à fome na República Centro-Africana (RCA), golpeada pela insegurança que obstaculiza o acesso e a disponibilidade de alimentos. A ONU requer 41 milhões de dólares para responder lá às necessidades mais urgentes.

Para enfrentar o fenômeno em escala mundial, o Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) implementa planos de resposta em 20 países prioritários na África, Ásia, América Latina e o Caribe e o Pacífico Sul, enquanto outros 21 estados são submetidos a estreita vigilância.

O PMA deseja aumentar seu programa de assistência nos países mais afetados, mas lamenta a grande escassez de fundos para essas operações.

AJUDA HUMANITÁRIA INTERNACIONAL

É triste observar como a grande maioria está indiferentes as situações de crise alimentar nesses lugares, pois, se o resto do mundo submetesse-se por um dia a um ensaio forçado de fenômeno, compreenderia melhor a gravidade do assunto.

Uma das soluções de caráter imediato seria a ajuda que poderiam oferecer a esta causa personalidades mundiais como políticos, intelectuais, artistas, organizações religiosas e outras figuras ilustre da cada país para manter a esperança de que o problema possa ser resolvido ou, pelo menos, atenuado.

Também youtubers (influencias através de videos blogs) com seu poder de persuasão a diversos públicos nas redes sociais, poderiam ajudar no gerenciamentos de apoio monetário.

Há urgência e sobre a consciência mundial cairão as vítimas, se privadas do requerido socorro


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