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AF Cartaz A3 festival imigrarte vermelho 2015 719x1024Portugal - Diário Liberdade - [Ana Karin Portella] “Aqui a tua Cultura derruba os muros da Vergonha”, tema deste ano do 9º Festival ImigrArte, uma alusão em manifesto às barreiras criadas contra a imigração, que carregam o preconceito, a xenofobia e o racismo.  


E nada com mais força do que a música, a dança e a literatura como demonstração da singularidade de cada Cultura, em comunhão com a pluralidade, e acima de tudo, o respeito.

O festival foi criado em 2007 pela Associação Solidariedade Imigrante, uma das maiores da Europa, com 25 mil sócios de 97 nacionalidades, e tem por objetivo reunir e mostrar as potencialidades culturais de cada representante. Nesta edição, que acontece nos dias 14 e 15, o número de participantes aumentou, de acordo com o coordenador geral do evento, Nuno Pedro. “batemos o recorde e isso é um retorno gratificante, pois o que importa é a vontade do imigrante em se manifestar”. São 25 países como Angola, Brasil, Cuba, Cabo Verde, Moçambique, Rússia, São Tomé e Príncipe, Gâmbia, Guiné Bissau, Bangladesh, Índia, Moldávia, México, Ucrânia, Portugal, entre outros.

As apresentações de literatura, debates, workshops, cinema e teatro, estão espalhadas pelo espaço do Ateneu Comercial de Lisboa, centro da cidade, desde danças tradicionais de Cabo Verde e Kizomba e teatro de bonecas da Europa do Leste, até a exibição de filmes como Cordão Verde, de Hiroatsu Suzuki e Rossana Torres, e debates sobre “Migrações e Luta dos Povos”. Há ainda a exposição coletiva de pintura, com telas de Deviprasad C Rao (Índia); Oleg B (Ucrânia); Ismael Sequeira, Estanislau Neto e Valdemar Dória (São Tomé e Príncipe); Ana Dias (Moçambique); Ana Espada (Portugal); Lidiia Loza (Rússia), além da exposição fotográfica intitulada “Boipeba da Bahia”, de Augusto Fernandes. A entrada para o evento, é gratuita.

Ainda estão montados, no espaço Praça das Associações, alguns estandes para comercialização de artesanatos e artigos como chapéus, charutos cubanos, CDs de salsa e bijuterias revestidas com tecidos da Mauritânia, organizados em parceria com associações de apoio a imigrantes.

No Palco Intercultural se misturam as apresentações de dança Decalé, Funaná, dança folclórica mexicana e Moldava e da Guiné Bissau, música típica de Bangladesh e tradicional do Nepal, ritmos cubanos e latinos, Música Popular Brasileira, Reggae e Fado.

Quem também desejar conhecer um pouco da gastronomia desses países, pode experimentar alguns quitutes e bebidas típicas, a exemplo de Moçambique e Brasil,  como a matapa, dole de milho, bagias e cachupa, bolo de coco, bolo de fubá, tapioca e caipirinha.

O evento está previsto para encerrar hoje às 22horas, hora de Portugal,  com música de São Tomé e Príncipe. 


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