1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 (0 Votos)

10471788694 9a04ec3082 zPortugal - ACP-PI - Esta segunda-feira Passos Coelho voltou a dizer que nunca tinha convidado os portugueses a emigrar, acrescentando que se estivesse no governo estaria a bombar para que a crise ficasse cada vez mais para trás”.


O ex-primeiro ministro denúncia assim que ainda vive no dia 4 de outubro de 2015, antes das eleições que ditaram o fim do seu governo e comporta-se como um mitómano.

Já em 2013 Passos Coelho tinha tentado colar a tese de que não tinha mandado emigrar os portugueses, sem sucesso. Na verdade, foram vários os membros do governo anterior a mostrar a porta de saída aos portugueses, aliás o Jornal de Negócios fez uma colectânea dessas afirmações que desmentem o desmemoriado ex primeiro ministro.

Primeiro foi o secretário de Estado do Desporto a dizer em Outubro de 2011 que “se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras”. Mais tarde foi a vez de Miguel Relvas, na altura braço-direito de Passos, a afirmar em novembro de 2011 que “Quem entende que tem condições para encontrar [oportunidades] fora do seu país, num prazo mais ou menos curto, sempre com a perspectiva de poder voltar, mas que pode fortalecer a sua formação, pode conhecer outras realidades culturais, [isso] é extraordinariamente positivo”.

E finalmente em dezembro de 2011 foi a vez de Passos Coelho, que respondendo sobre o desemprego nos professores, causado pelos despedimentos que o Ministro da Educação Nuno Crato tinha feito, respondeu: podem procurar emprego em A pergunta ia direccionada: “Nos professores excedentários, o senhor primeiro-ministro aconselhá-los-ia a abandonar a sua zona de conforto e procurarem emprego noutros sítios?”. A resposta: “Angola, mas não só Angola, o Brasil também, tem uma grande necessidade ao nível do ensino básico e do ensino secundário de mão de obra qualificada e de professores.Sabemos que há muitos professores em Portugal que não têm nesta altura ocupação e o próprio sistema privado não consegue ter oferta para todos. Nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que ou consegue nessa área fazer formação e estar disponível para outras áreas ou querendo-se manter, sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado de língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa”.

Foto: EPP


Diário Liberdade é um projeto sem fins lucrativos, mas cuja atividade gera uns gastos fixos importantes em hosting, domínios, manutençom e programaçom. Com a tua ajuda, poderemos manter o projeto livre e fazê-lo crescer em conteúdos e funcionalidades.

Microdoaçom de 3 euro:

Doaçom de valor livre:

Última hora

Última hora

Quem somos | Info legal | Publicidade | Copyleft © 2010 Diário Liberdade.

Contacto: info [arroba] diarioliberdade.org | Telf: (+34) 717714759

Desenhado por Eledian Technology

Aviso

Bem-vind@ ao Diário Liberdade!

Para poder votar os comentários, é necessário ter registro próprio no Diário Liberdade ou logar-se.

Clique em uma das opções abaixo.