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260711_greve_moambiqueMoçambique - O País - Trabalhadores de algumas empresas públicas estão a pensar em entrar em greve para reivendicar aumentos salariais A proposta de aumento salarial é de 17,5% e não oito que as respectivas administrações pretendem fazer. Para já os Transportes Públicos de Maputo e a Rádio Moçambique são as que já realizaram encontros para preparar tais levantamentos.


O sindicato da empresa Transporte Públicos de Maputo foi o primeiro a anunciar a greve que deveria ter arrancado esta terça-feira, mas a reunião que mantiveram na tarde de ontem com o Ministro dos Transportes e Comunicações parece que travou as intenções dos trabalhadores da empresa.

Nem o ministro, nem os trabalhadores aceitaram falar à imprensa sobre as conclusões da reunião, mas informações em nosso poder indicam que Paulo Zucula disse aos trabalhadores dos TPM que o Estado não tem dinheiro para pagar 17,5% de salários, mas que está aberto ao diálogo.

Esta quarta-feira o Ministro prometeu responder os trabalhadores dos TPM em relaço às preocupações que apresentaram.Esta segunda-feira foi a vez do sindicato da Rádio Moçambique se reuniu para discutir formas de pressionar a direcção a também ceder as suas exigências mas não foi possível colher a que soluções chegaram.Os trabalhadores das empresas públicas exigem que lhes seja dado o aumento de 17,5% nos seus salários e não 8% como as administrações destas empresas pretendem fazer. É que 8% é o aumento efectuado na função pública, mas os trabalhadores entendem que não são funcionários públicos, mas sim de empresas públicas e que o aumento deve ser de 17,5%.Refira-se que os Funcionários Públicos também estão apreensivos. É que os seus salários vão cair este mês a conta-gotas nos diversos sectores. Algumas áreas que já deviam ter recebido os seus ordenados ainda não aconteceu devido em parte a um erro que supostamente se registou no SISTAFE, e outros já foram avisados que o salário vai atrasar.

A OTM-Central Sincal diz que as empresas públicas devem reajustar os salários mínimos dos seus funcionários em 17.5%. Para as restantes categorias as empresas devem optar em negociar com os trabalhadores mas nunca aplicar os 8% aprovados para os funcionários do Estado.


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