Os argumentos que quer utilizar para ele nom som os que aplica como máximo represenante da instituiçom local que dirige, já que qualquer dívida de qualquer compostelano ou compostelana tem conseqüências imediatas para as pessoas infratoras: multas, perda de ajudas e outras infraçons aplicam-se quotidianamente, mas agora Conde Roa parece querer criar a nova figura do "distraído" com "boas intençons" que, ao reconhecer que delinquiu, fai desaparecer o delito.
A direita espanhola, suposta representante da moralidade e a exemplaridade pública, volta a mostrar a hipocrisia da classe dirigente, que evita aplicar a ela própria o que impom ao "populacho".
De facto, Conde Roa declarou hoje diante dos tribunais compostelanos que está "muito tranquilo" esperando umha resoluçom judicial "favorável" e que se arquive o caso.
Por enquanto, o presidente da Cámara municipal da capital galega está já oficialmente imputado e, segundo informaçons da oposiçom institucional encabeçada polo ex-presidente da Cámara polo PSOE, Xosé Sanches Bugalho, a dívida real com o fisco poderia ser muito superior que a imputada na atualidade, ultrapassando o milhom de euros.
Segundo Sanches Bugalho, o líder do PP deve por volta dos 300 mil euros à ex-mulher, mais 48 mil a um banco por um crédito e 28 mil à Cámara Municipal de Lalim, pola qual a Deputaçom de Ponte Vedra terá aberto um expediente de embargo contra Conde Roa.
Em relaçom à dedicaçom exclusiva que na teoria deve ter como presidente da Cámara, Bugalho acusou Conde Roa de nom a cumprir, ao continuar com as suas atividades empresariais como empreiteiro da construçom civil.
Entretanto, a demissom parece descartada neste momento. O próprio presidente da Junta da Galiza e líder galego do PP, Alberto Núñez Feijó, declarou hoje que vam esperar por umha resoluçom judicial, evitando qualquer assunçom de responsabilidades políticas pola pouco edificante atitude fiscal do autoritário dirigente compostelano e adepto da seita Opus Dei.


