Na Grécia, a taxa de emprego caiu 4,7 pontos percentuais para 51,4% e em Espanha recuou 2,7 pontos percentuais para 55,6%.
Já na Estónia, com uma subida de 2,8 pontos percentuais para 67,3%, no Luxemburgo, com uma subida de 1,7 pontos percentuais para 65,9% e na Hungria, com um aumento de 1,4 pontos percentuais para 57,1%, observaram-se, por sua vez, os maiores aumentos das taxas de emprego num ano.
No conjunto da OCDE a taxa de emprego fixou-se nos 65% no segundo trimestre deste ano, face aos 64,8% do período homólogo de 2011, mas na zona euro, a taxa de emprego recuou 0,2 pontos percentuais para 63,8% no mesmo período.
No caso do emprego jovem, os números também não são animadores: em relação ao segundo trimestre de 2012, face a igual período de 2008, caiu dos 42,8% para os 39,3%.
Nada de novo. Há muito que sabemos que o regime austeritário é o da espiral da recessão e do desemprego. É por isso que sabemos também que não seremos salvos pela austeridade boazinha. Não há virtudes no fanatismo neo-liberal.
A solução é tão radical quanto o assalto da austeridade às nossas vidas – Governo e Troika RUA!
Foto: ACP-PI

