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expressoPortugal - ACP-PI - A Segurança Social despediu recentemente 400 trabalhadores/as subcontratados/as do call center de Castelo Branco que dá apoio aos contribuintes. Estas 400 pessoas tinham contratos de trabalho a termo incerto e estavam a part-time com salários em torno dos 440€/mês para a empresa RH+.


Agora soube-se que foi aberto um concurso para a subcontratação de trabalhadores e trabalhadoras que realizem o mesmo serviço nas mesmas instalações para a mesma entidade final: a Segurança Social (verconcurso aqui). Mas desta vez será através de contratos de trabalho temporário.

Assim, torna-se claro que o Ministro Pedro Mota Soares quer brincar com a vida destas pessoas e é bem provável que sejam os/as mesmos/as trabalhadores/as a serem sub contratados para a nova empresa mas com salários mais baixos e com contratos temporários.

Como é sabido, desde 2008 que a Ass. de Combate à Precariedade - PI tem exigido a entrada dessas pessoas para o quadro da Seg. Social porque o atendimento aos contribuintes é uma responsabilidade direta do Estado, mas face a este expediente para precarizar ainda mais a relação de trabalho e para baixar os salários destas pessoas interpelamos o Ministro da Solidariedade e Segurança Social:
- Quanto paga o Estado por cada trabalhador(a) à Empresa de Trabalho Temporário?
- Qual o salário que chega de fato ao trabalhador(a)?
- Qual o custo na qualidade de serviço e na formação?
 
Foto: expresso
 

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