Em declarações à Lusa, o cantor Carlos Mendes, mentor da iniciativa, denunciou que a cultura foi “atingida de uma maneira brutal” com as medidas de austeridade, salientando que a cultura é importante para a identidade de um país e declarando que os artistas pretendem “dar a cara através da arte”.
“O que se pretende é um grito de revolta pelo que está a acontecer. Há que arrancar para um trabalho de cultura e resistência”, frisou.
O início do evento está marcado para as 17h e a entrada é livre. Pelo palco passarão 37 artistas vindos de áreas tão diferentes como o fado, o punk ou o Hip Hop.
No alinhamento encontram-se:
Camané, Dead Combo, Carlos Mendes, Chaby, Ana Lains, Filipa Pais, Deolinda, Ladrões do Tempo, Toca Rufar, Couple Coffee, Orquestra Sinfónica, Manuel João Vieira, Rádio Macau, Jazzafari Unit, Vitoria, Dapunksportif, Janita Salomé, Quarteto Lopes Graça, A Naifa, Bandex, Diabo a Sete, Zeca Medeiros, Francisco Naia, Rogério Charraz, Peste e Sida, Maria Viana, Homens da Luta, Mário Mata, Samuel, Francisco Fanhais, Chullage, Diabo na Cruz, LBC, Hezbollah, Brigada Vítor Jara, Jakilson e Coro “Acordai”.


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