Shlomo Ronen tem 82 anos, vive em Israel e está muito indignado.
Principalmente com as escolas que não querem ouvi-lo falar do holocausto.
Shlomo diz que é um sobrevivente que sofreu muito durante a segunda guerra mundial.
E está inconformado com a apatia dos jovens.
E para quem quiser ouvi-lo, diz que "Holocausto deve ser estudado como a Bíblia.
E deve ser passado de pai para filho por milhares de anos ."
Provavelmente o que o deixa magoado é o ressurgimento do nazismo em Israel, principalmente entre os jovens que têm agredido até rabinos.
Shlomo está magoado.
Apesar de ressaltar que suas palestras seriam gratuitas, nenhuma escola o convidou.
Shlomo e os demais sobreviventes do holocausto, passam por dificuldades financeiras.
Atualmente eles recebem auxilio da Associação de Ajuda Imediata para sobreviventes do Holocausto.
E a Associação faz um apelo. Está precisando de voluntários, alimentos e medicamentos.
Quem tiver interesse em ajudar, pode contatar a Associação pelo telefone: 03-5257888 ou no Facebook.
O problema é que não é somente os sobreviventes do holocausto passam por dificuldades.
Como o blog do Bourdoukan já revelou em outras oportunidades aqui e aqui, Israel está passando por imensas dificuldades, porque é um estado que vive para a guerra. Tudo que recebe de ajuda é encaminhado para a industria bélica.
Lamentável.
Georges Bourdoukan é escritor e jornalista.
