Foi mais um ataque à liberdade de expressão, premeditado e deliberado, que teve por fito fechar um órgão de comunicação incómodo e mandar para a prisão a pessoa que o geria.
Inúmeros profissionais da comunicação social denunciaram aquela operação policial, e, poucos dias volvidos, nasceu a Ateak Ireki, com o propósito de preencher o espaço vazio deixado pelo meio de comunicação encerrado.
Com a libertação de Pitu, recuperamos uma pessoa que fez muito no âmbito da comunicação do movimento popular, e que seguramente irá continuar a dar o seu contributo. Poucos minutos depois de sair da prisão, colocou a câmara da Ateak Ireki ao ombro - uma verdadeira declaração de intenções.
Disse que saía com uma enorme vontade de trabalhar. «Venho com as baterias muito carregadas. Há muito trabalho pela frente. Não podemos parar, não podemos. É preciso continuar até os conseguirmos ter todos cá fora».


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