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260512 china euaEstados Unidos - Aporrea - [Tradução do Diário Liberdade] China respondeu na sexta-feira às críticas e informações distorsionadas sobre sua situação de direitos humanos por parte dos Estados Unidos, publicando seu próprio relatório sobre o registro de direitos humanos desse país norte-americano, reporta Xinhua.


O Registro de Direitos Humanos dos Estados Unidos em 2011 foi emitido hoje pelo Escritório de Informação do Conselho de Estado, o gabinete chinês, em resposta ao Relatório sobre as Práticas de Direitos Humanos nos diferentes países para 2011, dado a conhecer pelo Departamento de Estado estadunidense ontem quinta-feira.

Trata-se do décimo terceiro registro anual que a China publica para responder aos ataques deste tipo por parte dos EUA.

Como em anos anteriores, os Estados Unidos difundiram um relatório cheio de exageros e indicações sobre a situação dos direitos humanos em cerca de 200 países e regiões, bem como de distorsões e acusações relacionadas com a causa dos direitos humanos na China.

No entanto, uma vez mais o país norte-americano fez vista grossa quanto à sua própria lamentável situação de direitos humanos, e seguiu guardando silêncio sobre isso, segundo assinala o documento agora difundido na China.

O Registro de Direitos Humanos dos Estados Unidos em 2011 tem como objetivo revelar ao mundo "a verdadeira situação dos direitos humanos nos EUA" e "fazê-lo  enfrentar o resultado das suas próprias ações", agrega o texto.

O relatório da China atende assuntos relacionados com seis temas: a segurança e a vida, as propriedades e os indivíduos; os direitos civis e políticos; os direitos econômicos, sociais e culturais; a discriminação racial; os direitos das mulheres e os meninos e a violação dos direitos humanos em outros países por parte dos EUA.

Os fatos citados no documento são uma pequena parte, mas ilustrativa, do deprimente registro da situação dos direitos humanos no país norte-americano.

A lamentável situação dos direitos humanos nos Estados Unidos não permite, sob nenhuma condição nem base moral, política ou legal, assumir o papel de "juiz de direitos humanos" do mundo, nem se colocar acima dos outros países para emitir um 'Relatório sobre as Práticas de Direitos Humanos' ano após ano, com o fim de acusar e censurar, segundo o relatório chinês.

No seu documento, a China também aconselhou o governo estadunidense a olhar diretamente seus próprios problemas de direitos humanos e pôr fim às "impopulares práticas" de utilizar os direitos humanos como um instrumento político para intervir nos assuntos internos de outros países, manchar a imagem destes em benefício de seus próprios interesses estratégicos e utilizar dois pesos e duas medidas, no que diz respeito aos direitos humanos. Além disso, exige-lhe abandonar a procura da hegemonia sob o pretexto de defender os direitos humanos.

De acordo com o reporte, a violação dos direitos civis e políticos nos Estados Unidos é "grave", e o país "autoengana-se" ao se autoproclamar como "a terra da liberdade".

O documento menciona a detenção de manifestantes do movimento "Ocuppy Wall Street" e assinala que tais detenções servem para "oferecer um olhar à verdade das alegadas "liberdade e democracia" dos EUA".


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