A segunda maior economia do mundo registrou crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 7,4% no terceiro trimestre deste ano. Segundo os dados oficiais do governo chinês, este é a sétima queda consecutiva da economia chinesa. São quase dois anos de baixa seguida na que é considerada a economia mais “consistente” e uma das mais avançadas do mundo.
Segundo os economistas do banco Credit Suisse "nós esperamos que o ímpeto de crescimento estrutural seja fraco e não prevemos um forte ritmo de recuperação" (EFE, 17/10/2012).
Este foi o menor crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) chinês desde o 2009, logo após o auge da crise econômica no segundo semestre de 2008. Os economistas previam um crescimento de no mínimo 7,8%.
Este resultado é sinal de que os exportadores já sentem o impacto da crise na Europa e Estados Unidos. O governo está particularmente com a inflação, mas descartam a possibilidade de flexibilizar o crédito.
Outros fatores de crise da economia chinesa são as dívidas públicas dos países europeus e dos Estados Unidos que são os principais compradores dos produtos chineses.
Em setembro, as exportações cresceram um pouco, 9,9%, recorde de 186,4 bilhões de dólares, depois de uma alta bem baixa em agosto de 2,7%.
Mas este resultado de setembro não deve se repetir nos próximos meses, pois dependem quase que exclusivamente dos Estados Unidos e dos países europeus.
O crescimento chinês em torno de 7% é totalmente insuficiente para o mercado chinês, apesar de numericamente ser um resultado alto se comparado com os demais países. Mas como a China é um país economicamente bastante atrasado, o crescimento abaixo de 10% não faz com que haja um pleno desenvolvimento econômico, pois há muitas regiões chinesas bastante atrasadas. Pelo tamanho físico e populacional da China, o crescimento abaixo de 10% é insuficiente para gerar um verdadeiro desenvolvimento no País que é extremamente pobre.


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