Promete fazer um corte adicional de 11,5 mil milhões de euros nas despesas do estado grego. E isto num país em que a sua população activa já tem mais desempregados do que empregados. Além de indigno, o comportamento servil do sr. Samaras é catastrófico para o povo grego. Tais súplicas, se atendidas, só serviriam para prolongar ainda mais a agonia da Grécia sob a bota da troika. A única atitude correcta que atende aos interesses do povo grego é aquela defendida pelo KKE: a ruptura com a UE, o BCE e demais organizações imperialistas, com recuperação da soberania monetária e independência nacional.
Enquanto isso, os sociais-democratas do Syriza (os amigos do Bloco de Esquerda português), que tentam a viva-força uma conciliação com a UE, receberam esta semana a resposta que mereciam do presidente do Eurogrupo. Pediram uma audiência ao sr. Juncker e este bateu-lhes com a porta na cara. A UE não quer conciliação. Que isto sirva de lição aos conciliadores em terras lusitanas.


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